Uma palavra
Em forma de lágrima
Pelo bico do lápis derrapou
E no branco imaculado do papel
Infeliz se despenhou
Ternura
Outras atrás desta afluíram
Deslizando na alvura
E eu vexada em tortura
Pelo que elas me faziam
Frio Solidão Sombra Amargura
Quando o lápis por fim acalmou
Compreendi por que chorou
Exiladas no papel
Confusas sem quartel
As palavras
Perdidas dos pensamentos
Tinham fugido de mim
Fartas de tantos lamentos
24 comentários:
Velhas palavras nos lábios
nos olhos novas paisagens
seremos poupados
seremos absolvidos
seremos isentados
enquanto houver Ternura.
Lindo teu poema!
Um beijo
:)Gostei bastante deste poema.
Bjo
Lindissimo poema
Adorei.
Beijinhos
Sonhadora
Se eu fosse essa palavra/lágrima jamais me fartaria de ser escrita por ti.
Essa imagem ficou lindíssima, Lidia.
Beijo
Gostei muito deste poema, Lídia.
Muitas vezes perdemos as palavras, não temos mais controle sobre elas, e nelas, vamos deixando nossa dor, nosso sentimento mais íntimo, o que há de mais puro em nós.
Você disse muito bem.
Um beijo.
Às vezes as palavras também nos traem!
Beijinho
A palavra dada
não se olha à caligrafia.
Se, porém, exilada,
não é palavra; é ousadia.
Beijinho
João
Isto foi um sonho lindo.
O pesadelo começa quando acordamos e vemos tantas palavras como:
Frio, solidão, amargura, ódio.........
*
belo poema,
,
lágrimas
são palavras por dizer . . .
,
conchinhas,
,
*
Foi-se o defunto e foi-se o diabo
Da máscara da noite a me cobrir,
Escura como sepultura que me guarda,
Penhoro aos demônios que possam existir
Pois minha alma não podem conquistar.
Em presença das atrocidades da vida,
Não me esquivei nem lamentei:
Resignei-me à prova
Me ferrei, não me curvei.
Me dispersaram, não me venceram
Não me importa que minha vida seja difícil e,
dura a lei.
Tento ser senhor do meu karma,
Praticando abstinência, refreando por esta noite.
Reprimindo o diabo,
Quem sabe talvez um dia possa expulsá-lo?
Por enquanto vou fazendo o melhor que sou capaz
Mas o diabo ao invés de ir-se ele pára.
Já sei, vou acender um cigarro!
E foi-se o defunto
E foi-se o diabo.
Fabrício
(oi resolvi pôr um poeminha meu)
Cheguei até vc pelo bolg da walkyria, ceuAberto. Gostaria de te convidar pra seguir meu acanhado blog Narroterapia.
Espero que aceite meu convite, a gente se vê por lá e por cá tb.
Bjs
Fabrício
O link:
http://narroterapia.blogspot.com/
São como um cristal,
as palavras.
Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.
Eugenio de Andrade
Bj
Saibamos nós desenhá-las e elas irão oferecer o mais belo quadro..
Escrever é apreciar a letra e desenhá-la palavra!
Adorei esta sua tela!
Beijinho terno
POBRES PALAVRAS...QUE TRADUZEM SABIAMENTE OS ESTADOS DE ALMA QUE MAIS NINGUÉM SABE DECIFRAR...
ABRAÇO
Lídia,
Verticais e intimas
só as palavras resistem
ao precário sabor das coisas...
mas sucumbem perante as lágrimas!
Um beijo
AL
Nossa que lindo e profundo! Palavras que se encaixam perfeitamente!As vezes me sinto assim, sabe Lídia, quando o papel não consegue recuperar todos os meus sentimentos, e as palavras não se abrem para que eu possa explicá-los, ou as vezes elas dizem tanto!
Bjos grandes, como é bom vir aqui(passei um tempinho sem vir neh(rs)), mais volto sempre!!
Lembrei da Alice Ruiz:
"A cada mil lágrimas sai um milagre"
O poema é nosso, o todo: alma, sentimento, lápis, papel. E conosco, tudo chora.
Abraços!
Boa noite,
Lagrimas a embaçar a vida
Externa dor do exílio
Lamenta um amor finalizado.
Obrigada pela visita,seja bem vinda ao meu espaço.
beijos valquíria
Q presente visitar esta página!!!
Lindos textos, tocantes, comoventes...
Obrigada pelo comentário no "meu" blog. Infelizmente, ele está desativado.
Vou paracer por aqui sempre.
Um grande abraço.
Josephinny
A poesia é lágrima no bico do lápis. Belo poema. Obrigado pela visita. Abs.
BOM DIA LINDA!! SEU BLOG CADA DIA MELHOR...BJS
Eu fujo do tempo, meu fusível do tempo tá queimado, se vc me contar uma história que ocorreu a 10 anos eu percebo intensamente como se fosse ontem. Isso não é bom, pois meus fantasmas nunca vão embora, por isso eu fujo de tempo.
Adorei seu poema.
beijos
fabrício
Lídia,
Eu que há tanto não escrevo a lápis, pus-me a querer essa lágrima outra vez, e senti muita saudade do tempo em escrevia lágrimas pelo bico do lápis.
A lápis,
Pedro Ramúcio.
Olha quem chegou Lidia ...
Senti saudades...
Essas semanas tiveram muito mar, muita caminhada.
Muito sal e céu, não defino qual dos dois é mais intenso, mas quero continuamente estar entre eles.
Com perdas e danos...
Porem com lembranças doces e conhecimentos grandiosos.
Fiquei sozinha, por opção, quis (re) pensar momentos da vida,
Planejar outros...
Voltei...
Inaugurando-me singular, com forças de oferecer ao meu amanhã,
Uma “edição repaginada” de mim mesma.
Voltei...
E hoje não para comentar, mas para agradecer.
Obrigada pela presença constante e esperada em meu cantinho.
E dizer que é agradável estar aqui, passeando por suas letras.
Você é imprescindível, e sabe disso.
Muito mais que parceria virtual, é item que me cabe.
Então, com todo meu carinho, com toda veracidade, com toda vontade, desejo q esta semana que quase acaba tenha sido como voce planejou, e que a nova semana, que chega logo, seja só o começo
do melhor que você ainda irá viver..
Glória
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