
Desde sempre guardei versos.
Em gavetas esquecidas,
em caixinhas de cartão,
fechados em envelopes
ou na palma de uma mão.
Em gavetas esquecidas,
em caixinhas de cartão,
fechados em envelopes
ou na palma de uma mão.
Versos do estro perdidos,
pobres, sem condição.
Por isso mesmo escondidos,
dispersos na confusão.
Dizem tão pouco meus versos,
deste tão grande sentir
que já não sei o que sinto...
Se são verdadeiros os versos,
se é no sentir que eu minto.
pobres, sem condição.
Por isso mesmo escondidos,
dispersos na confusão.
Dizem tão pouco meus versos,
deste tão grande sentir
que já não sei o que sinto...
Se são verdadeiros os versos,
se é no sentir que eu minto.
























