Nas águas deste rio Onde jazem os meus versos Há rumores, sigilos e abismos Presos na corrente alvoroçada. E os versos irmanados na sua inquietude Vagueiam no movimento abrupto das perplexidades permanentes de um leito por desvendar.
O movimento dos rios é sempre instigante. Às vezes calmo, tranquilo. Anda-se poucos metro e ele alarga, faz algazarra. Cai em cascatas logo ali mais a frente, e deságua, bravio, no mar. Que seus versos nunca venham definitivamente a perecer. Que tomem mergulhos e, luminosos, voltem a nos inspirar! Um beijo de admiração, Deia. PS: Belíssima foto!! Dea vontde de colocar os pés nessas águas!
"... versos irmanados na sua inquietude..." - bela imagem, Lídia, belo poema, num jogo de contrastes que desafia tal inquietude! Beijos e bom fim-de-semana
Rios que correm e transbordam Lídia Me veio a mente a triste corredeira de um rio a destruir uma cidade no nosso nordeste do país. São as perplexidades. meus abraços
Lindo seu poema como comentário lá no vídeo de minha filhota,obrigada e guardarei de coração. Este aqui é mais introspectivo e complexo,uma metáfora de sentimentos. Meu abraço,acompanhando esta seara de belíssimos versos!
Há tantos versos naufragados nas águas, tantas palavras arrastadas na corrente, tantos segredos escondidos na inquietude do leito, que a serenidade das águas é apenas uma vaga e esparsa ilusão...
Lindo poema amiga, como todos os que tão gentilmente nos oferece. "A poesia imortaliza tudo o que há de melhor e de mais belo no mundo." (Mary Shelley) Aproveito para desejar um excelente Domingo. Bjs do tamanho do infinito Maria
A poesia é água pura em um rio manso, que ao ser conduzida pela sinuosidade, também conduz o leitor, e faz nascer uma afeição dele, para com o escritor... Um abraço, beijos.
Imenso é o caudal desse rio, feito do âmago de toda a natureza. Quando dele se soltam os teus versos, é como se nos viesses matar a sede que nos seca por dentro.
Um dia esses segredos levados pelas cheias caminham ao Oceano Universal.
Todos nós vindos de várias margens, caminhamos para lá e nos vamos encontrar, perplexos e assombrados,«. Lindos seus versos. Não tenho o girassol para a encontrar.
Nas águas desse rio deixo meus sonhos ser levados por caminhos tortuosos; Através das águas ora mansa e calma outrora violentas e arrebatadoras a caminho do oceano aonde se juntarão a tantos outros sonhos. Ainda não realizados
E como um rio corremos para a nossa foz, atirando versos para as margens na esperança que alguém note que por la passamos, que o leito também foi cravado por nos, ja foi nosso um dia.
32 comentários:
O movimento dos rios é sempre instigante. Às vezes calmo, tranquilo. Anda-se poucos metro e ele alarga, faz algazarra. Cai em cascatas logo ali mais a frente, e deságua, bravio, no mar. Que seus versos nunca venham definitivamente a perecer. Que tomem mergulhos e, luminosos, voltem a nos inspirar! Um beijo de admiração, Deia.
PS: Belíssima foto!! Dea vontde de colocar os pés nessas águas!
Precisa-se: de bote salva-vidas para poemas corredeiros.
=)
Amei, amei seu comentário, por isso comentei aludindo a ele.
Beijo, querida.
No leito do rio dos nossos sentidos
somos bravos velejantes em busca
do amor e da paz!
Um beijo
Ju
E É NAS CORRENTEZAS DESTE RIO, ONDE O AMOR, E A SOLIDÃO ESCORREGAM DEVAGARINHO QUE ME PERCO NOS MEUS PENSAMENTOS, BJOS A TI COM CARINHO, SAUDADES.
A poesia e o agitar das águas andam muitas vezes de mãos dadas.
Belo poema, como sempre que te venho ler.
Bom fim de semana.
Beijos.
"... versos irmanados na sua inquietude..." - bela imagem, Lídia, belo poema, num jogo de contrastes que desafia tal inquietude!
Beijos e bom fim-de-semana
delicados versos líricos minha cara... Sensibilidade nas veias. Obrigada pelo carinho de sempre. Bj.
a literatura portuguesa deve agradecer por te procurar, encanta me os teus versos, seguir te é uma honrra
Rios que correm e transbordam Lídia
Me veio a mente a triste corredeira de um rio a destruir uma cidade no nosso nordeste do país.
São as perplexidades.
meus abraços
amei seu blog . não vou perde-lo de vista...!
um beijo !
Lindo seu poema como comentário lá no vídeo de minha filhota,obrigada e guardarei de coração.
Este aqui é mais introspectivo e complexo,uma metáfora de sentimentos.
Meu abraço,acompanhando esta seara de belíssimos versos!
Sempre em grande teus versos!
Um beijo querida=D
___
Luana
Há tantos versos naufragados nas águas, tantas palavras arrastadas na corrente, tantos segredos escondidos na inquietude do leito, que a serenidade das águas é apenas uma vaga e esparsa ilusão...
Lindo o teu poema!!!
Beijos
AL
Felizmente que nem todos os teus versos jazem no leito de um rio...
Abraço
Maravilhoso Lídia.Adorei o poema. Uma excelente semana para si. bjs
bela escolha poética!!
abraço fraterno!
heduardo
As águas do rio, calmas ou agitadas trazem-me tanta paz, deixo-lhe tantos segredos...adoro vê-los correr.
Bjs
Lindo poema amiga, como todos os que tão gentilmente nos oferece.
"A poesia imortaliza tudo o que há de melhor e de mais belo no mundo."
(Mary Shelley)
Aproveito para desejar um excelente Domingo.
Bjs do tamanho do infinito
Maria
Nenhum leito é sempre sereno ou completamente transparente... Mas daí deriva a beleza da sua alma...
Bjos
A poesia é água pura em um rio manso,
que ao ser conduzida pela sinuosidade, também conduz o leitor, e faz nascer uma afeição dele, para com o escritor...
Um abraço, beijos.
Imenso é o caudal desse rio, feito do âmago de toda a natureza. Quando dele se soltam os teus versos, é como se nos viesses matar a sede que nos seca por dentro.
Obrigada
Um beijinho
Nas águas no fundo do rio se encontram segredos
Um dia esses segredos levados pelas cheias caminham ao Oceano Universal.
Todos nós vindos de várias margens, caminhamos para lá e nos vamos encontrar, perplexos e assombrados,«. Lindos seus versos.
Não tenho o girassol para a encontrar.
Maria Luísa
águas
que
nos
movem
águas
que
nos
comovem
[na dança
de um piano]
*domingo
de luz*
Lídia
Mesmo o rio mais sereno esconde o alvoroço da vida no seu fundo... um leito por desvendar!
Bjs
Serenas ou não as águas de um rio transmitem-me paz, liberdade e "levam-me" em sonhos...
Adorei o poema.
Bjs.
Obrigado pela visita anterior.
Então, venho desejar uma boa semana para ti e os teus.
Um beijo em teu coração, um abraço do teu leitor.
Belo poema;
Digo mais,
Nas águas desse rio deixo meus sonhos ser
levados por caminhos tortuosos;
Através das águas ora mansa e calma
outrora violentas e arrebatadoras a caminho do oceano
aonde se juntarão a tantos outros sonhos.
Ainda não realizados
Obrigada pelo girassol!
o meu poema é isso que diz:
tem erotismo e é sensual, sem ser chocante, me parece.
O analisou muito bem.Obrigada,
Maria Luísa
`
Décimo Quarto Cálice
Só quando te quero sou
Sou quanto te quero só,
Que dizer é içar-me voo
Venho e vou de dar o nó.
Crescer como um laço
Ao beijar o colo de jade,
Cruzar o tempo e o espaço
Nas asas em V da verdade.
Receber-me quando dou
E dar-me apenas abraço,
Cedendo tudo o que sou
Nos teus olhos de melaço.
Mel das flores silvestres
Alfazema, rosmaninho
Violetas entre agrestes
Junções do azevinho.
Dizeres de fresco pão
No miolo enfarinhado,
Que cada dia é canção
Se à vista do bem cuidado.
Do bem que se não perde
E das flores iguais bens,
Que se à flor, que bem herde
Há-de ter o que só tu tens.
Lindo demais seu poema amiga!
Que sua semana seja maravilhosa...plena de realizações...vivacidade e alegrias...
Beijos
Valéria
*
neste rio, os versos
correm para o mar dos ...sonhos !
,
suaves maresias,
ficam,
,
*
E como um rio corremos para a nossa foz, atirando versos para as margens na esperança que alguém note que por la passamos, que o leito também foi cravado por nos, ja foi nosso um dia.
Parabéns mais uma vez pelo belíssimo trabalho
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