
Podíamos saber um pouco mais
da morte. Mas não seria isso que nos faria
ter vontade de morrer mais
depressa.
Podíamos saber um pouco mais
da vida. Talvez não precisássemos de viver
tanto, quando só o que é preciso é saber
que temos de viver.
Podíamos saber um pouco mais
do amor. Mas não seria isso que nos faria deixar
de amar ao saber exactamente o que é o amor, ou
amar mais ainda ao descobrir que, mesmo assim, nada
sabemos do amor.
Nuno Júdice
19 comentários:
o saber a nada contenta a não ser em equilíbrio,
beijo
Olá Lidia!
Eu acredito, que pouco sabemos do amor..., por muito que julguemos amar...
porque na verdade, eu pelo menos, todos os dias me surpreendo com o Amor!
Nuno Júdice, excelente escolha, o meu preferido, depois de Eugénio!.
Beijo.
Lindos princípios nessa mensagem...beijos e tudo de bom,lindo dia!chica
Voltei pra agradecer a linda interação,Acabei de colocar no lugar!beijos,tudo de bom e adorei!chica
Amiga, acho que a Razão está com Sócrates: "Só sabemos que não sabemos", alías, dizem que a frase "Sei que nada sei" não seria dele, pois ele a teria lido num oráculo. Mas, independentemente, da História, o seu poema é muito bom.
Um grande abraço.
Gostei muito, principalmente sobre a vida, talvez por ele me chamar a atenção para direção que devemos olhar.
beijos
Por vezes o indizível
faz a bela diferença
Bjs
Palavras sábias.
Abraço.
Podíamos saber um pouco mais
da justiça. Mas não seria isso que nos faria
ter vontade de que acabasse
preocupados que estamos
com a morte, com a vida
e com a inigmática definição
do coração...
O amor é uma caixa de surpresas... se todos soubéssemos os seus segredos, esta vida não tinha graça.
____________________________________________
Esse tão pouco saber é o que dá encanto para a vida...
Belo e profundo esse texto!
Beijos de luz e o meu carinho...
____________________________________________
Aprecio a poesia do Nuno Júdice.
A sua linguagem poética é sempre clara, embora profunda.
Beijos, querida amiga.
Podiamos saber mais de tudo, mas essa sabedoria talvez fosse maléfica. Quanto mais o homem sabe mais tende a destruir. Gostei das palavras do poeta. Beijos com carinho
Olá desculpe-me pela invasão,procuro em todos os cantos,palavras, pessoas, poesias, nós humanos somos mortais,enquanto humanos, imortais,enquanto alma.Sabemos apenas que o amor alimenta os dois .Beijos,e parabéns pelo seu espaço.
Concordo com o princípio de que pouco sabemos tendo em vista a distancia do céu, então o tempo se torna uma criança sob nossa razão.
A vida fica cheia de sabor.
Bjinhos em SolM a vc.
Não sei até que ponto era benefico saber mos tudo...
Beijo d'anjo
Lídia...
Sabemos nada da morte , da vida, do amor, de nós mesmos.Levamos o tempo inteiro a aprender e quando logramos um pequeno êxito, parece que a hora é de partir...Não há como ensinar,difícil aprender.
Intrigante é viver...e , quase impossível, conviver.
Olá Lídia
Gosto da vida com um pouco de incógnito.
Torna-a mais atractiva, menos monótona.
Parabéns pela escolha do poeta e do poema.
Bjs.
Podíamos saber um pouco mais de tudo...
Mas é exactamente por nos faltar sempre saber um pouco mais, que a vida é tão aliciante.
Um beijinho, Lídia
Enviar um comentário