domingo, 6 de maio de 2012

Como um ninho

                            Redondo como um ninho, um colo de Mãe.

18 comentários:

chica disse...

Que lindo!!! Acolhedor!!

Um FELIZ DIA DAS MÃES por aí! beijos,chica

Catarina disse...

: ) Absolutamente!
Feliz Dia da Mãe.

Isabel disse...

Que lindo!

olara, um castelo de sonhos disse...

Arrepiante Lídia! Um belo começo do dia.
Façamos dos corpos e almas um colo terrestre, um ninho de amor!
Parabéns! beijos no coração!

Emília Simões disse...

Amiga,
Uma imagem e uma frase em perfeita simbiose.
Sublime.
Bjs
Ailime

Unknown disse...

afago: afeto,



beijo

Sonhadora (Rosa Maria) disse...

FELIZ DIA DAS MÃES

As mães são ruas para a eternidade...mesmo depois da morte do corpo vão continuar no coração de quem as amou...na memória de todos os momentos de ternura...uma doce presença e um suave colo para quem tem a sorte de as ter e uma eterna saudade das que já partiram, mas que viverão para sempre em nós.

Um beijinho carinhoso
Sonhadora

chica disse...

Voltei pra te agradecer a linda poesia interação.Acabei de colocar por lá! beijos,obrigadão!chica

Mona Lisa disse...

Ternura, amor, neste belíssimo post.

Beijos.

Dilmar Gomes disse...

Lindo, amiga Lídia!
Um abraço. Tenhas uma linda semana.

Graça Sampaio disse...

Muito bonito! Mas a minha experiência de um "ninho redondo" assim foi o colo de minha Avó!

Beijos maternais.

Graça Pereira disse...

Uma imagem que diz tudo sobre aquela Mulher que nos deu vida.
Beijo amigo
Graça

Rogério G.V. Pereira disse...

Sei que vai gostar
e não tenho coisa melhor para lhe dar...

"POEMA À MÃE" de Eugénio de Andrade.

No mais fundo de ti
Eu sei que te traí, mãe.

Tudo porque já não sou
O menino adormecido
No fundo dos teus olhos.

Tudo porque ignoras
Que há leitos onde o frio não se demora
E noites rumorosas de águas matinais.

Por isso, às vezes, as palavras que te digo
São duras, mãe,
E o nosso amor é infeliz.

Tudo porque perdi as rosas brancas
Que apertava junto ao coração
No retrato da moldura.

Se soubesses como ainda amo as rosas,
Talvez não enchesses as horas de pesadelos.

Mas tu esqueceste muita coisa;
Esqueceste que as minhas pernas cresceram,
Que todo o meu corpo cresceu,
E até o meu coração
Ficou enorme, mãe!

Olha - queres ouvir-me? -
Às vezes ainda sou o menino
Que adormeceu nos teus olhos;

Ainda aperto contra o coração
Rosas tão brancas
Como as que tens na moldura;

Ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
No meio do laranjal...

Mas - tu sabes - a noite é enorme,
E todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
Dei às aves os meus olhos a beber.

Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo as rosas.

Boa noite. Eu vou com as aves.

Lilá(s) disse...

Simples, lindo, acolhedor! neste dia especial, deixo um grande beijinho

ONG ALERTA disse...

Simplesmente mágico, beijo Lisette.

Branca disse...

Sim, como um ninho...eterno, mesmo quando não presente.

Beijos

Mª João C.Martins disse...

Redondo como o mundo, que nela se gera.

Lindo!

Um beijo

Sandra Subtil disse...

Como um ninho, sim.
Lindíssimo.
Beijinho