As mães são ruas para a eternidade...mesmo depois da morte do corpo vão continuar no coração de quem as amou...na memória de todos os momentos de ternura...uma doce presença e um suave colo para quem tem a sorte de as ter e uma eterna saudade das que já partiram, mas que viverão para sempre em nós.
18 comentários:
Que lindo!!! Acolhedor!!
Um FELIZ DIA DAS MÃES por aí! beijos,chica
: ) Absolutamente!
Feliz Dia da Mãe.
Que lindo!
Arrepiante Lídia! Um belo começo do dia.
Façamos dos corpos e almas um colo terrestre, um ninho de amor!
Parabéns! beijos no coração!
Amiga,
Uma imagem e uma frase em perfeita simbiose.
Sublime.
Bjs
Ailime
afago: afeto,
beijo
FELIZ DIA DAS MÃES
As mães são ruas para a eternidade...mesmo depois da morte do corpo vão continuar no coração de quem as amou...na memória de todos os momentos de ternura...uma doce presença e um suave colo para quem tem a sorte de as ter e uma eterna saudade das que já partiram, mas que viverão para sempre em nós.
Um beijinho carinhoso
Sonhadora
Voltei pra te agradecer a linda poesia interação.Acabei de colocar por lá! beijos,obrigadão!chica
Ternura, amor, neste belíssimo post.
Beijos.
Lindo, amiga Lídia!
Um abraço. Tenhas uma linda semana.
Muito bonito! Mas a minha experiência de um "ninho redondo" assim foi o colo de minha Avó!
Beijos maternais.
Uma imagem que diz tudo sobre aquela Mulher que nos deu vida.
Beijo amigo
Graça
Sei que vai gostar
e não tenho coisa melhor para lhe dar...
"POEMA À MÃE" de Eugénio de Andrade.
No mais fundo de ti
Eu sei que te traí, mãe.
Tudo porque já não sou
O menino adormecido
No fundo dos teus olhos.
Tudo porque ignoras
Que há leitos onde o frio não se demora
E noites rumorosas de águas matinais.
Por isso, às vezes, as palavras que te digo
São duras, mãe,
E o nosso amor é infeliz.
Tudo porque perdi as rosas brancas
Que apertava junto ao coração
No retrato da moldura.
Se soubesses como ainda amo as rosas,
Talvez não enchesses as horas de pesadelos.
Mas tu esqueceste muita coisa;
Esqueceste que as minhas pernas cresceram,
Que todo o meu corpo cresceu,
E até o meu coração
Ficou enorme, mãe!
Olha - queres ouvir-me? -
Às vezes ainda sou o menino
Que adormeceu nos teus olhos;
Ainda aperto contra o coração
Rosas tão brancas
Como as que tens na moldura;
Ainda oiço a tua voz:
Era uma vez uma princesa
No meio do laranjal...
Mas - tu sabes - a noite é enorme,
E todo o meu corpo cresceu.
Eu saí da moldura,
Dei às aves os meus olhos a beber.
Não me esqueci de nada, mãe.
Guardo a tua voz dentro de mim.
E deixo as rosas.
Boa noite. Eu vou com as aves.
Simples, lindo, acolhedor! neste dia especial, deixo um grande beijinho
Simplesmente mágico, beijo Lisette.
Sim, como um ninho...eterno, mesmo quando não presente.
Beijos
Redondo como o mundo, que nela se gera.
Lindo!
Um beijo
Como um ninho, sim.
Lindíssimo.
Beijinho
Enviar um comentário