Gary Mcparland
Uma estranha paz, «sem vencedores nem vencidos»* me toma
agora, que saio devagar de umas páginas de Hölderlin.
Penso na falta que nos fazem os deuses ou
um só Deus... Que não estivesse sempre a castigar-nos
por tudo e por nada.
Tomara poder dizer como Sophia:
«Chamo-Te porque tudo está ainda no princípio
E suportar é o tempo mais comprido
[...]
Peço-Te que inundes tudo»
* Do poema de Sophia : A Paz sem vencedores nem vencidos

11 comentários:
tudo está no princípio, também assim o creio,
beijo
mas se existe paz, mesmo que seja estranha...
vamos ao sabor do destino
beijo
A Paz sem vencedores nem vencidos...
Seria muito bom.
Um beijinho
Irene Alves
Inspiração profunda e maravilhosa ,como sempre as tuas!
Adorei também tua interação lá na vovozinha lambreteira,rs .
Acabei de colocar no lugar! beijos,obrigadão,chica
Poeta, Ele ensurdeceu
Por ouvir
Tanto grito
Tanta reza, em tom aflito
Inundar tudo seria a solução
O regresso do Dilúvio? Porque não?
São os homens amiga que nos estão a castigar!
Bom fim de semana Lídia
beijinho e uma flor
Um dia não ficará uma pedra no chão
Sempre a paz e a acalmia nos soam estranho.
Gostei, a foto é também deslumbrante.
Bjs Lídia
Minha querida
Como seria boa essa paz sem vencedores nem vencidos.
Um beijinho com carinho
Sonhadora
É preciso voltar a crer,
porque a vida continua escrevendo a crônica do dia que passa _quer estejamos vencidos ou nao!
Grande Sopia maravilhosa Lídia!
abraços
Não há vencedores nem vencidos
e Deus não vai castigar
uns e outros.
não é um Deus de castigo...
Lindo!
Maria luísa
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