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Pego na bata pelos ombros e deixo que se desdobre. Tão pequenina!
[...]
Um bracinho estendido na minha direção; um papel entre os dedos dobrado em quatro para esconder as letras, que não o eram, alinhadas em fileiras regulares, como se o fossem.
- Uma carta para mim?
Um "sim" hesitante acenado com a cabeça, coberta de caracóis.
- Gosto muito de ti. Vou gostar de ti até seres velhinha.
Era isto que me querias dizer?
Um brilho espantado nos olhos, um riso aberto, uma correria feliz e, pelo meio, um "sim"
decidido.
Não há cartas de amor ridículas. O tempo nunca será capaz de me roubar esta.
Para ti, Flor
14 comentários:
Emocionante, lindo demais!!!Quem não se comove? beijos,chica
A maior força da nossa alma de poeta é ser capaz de desafiar o Tempo!...
Um abraço, Lídia
Pois sim, eis aí as palavras de uma carta de um AMOR VERDADEIRO que transpõe todos os tempos e se aconchega na eternidade!!!
Beijinhos, menina!!!
De uma imensa ternura que me deixou os olhos rasos de água!
Também tenho lembranças dessas só que não as sei contar assim...
Abraço
Pequenos pontos que marcam para sempre e com muita profundidade. Lindo e emocionante.
Beijos e um ótimo final de semana pra ti e para os teus.
Furtado.
Que arrumação tão boa! Tão sensível e pura...
Beijinho
Uma doçura!
Beijo
Laura
Uma ternura incomensurável
Bj
Doces lembranças!
Abraço!
Maravilhosos, beijo Lisette.
Uma belíssima carta de amor.
Abraço! :))
Não há cartas de amor ridículas...
(tão bonito, isto)
Lindíssimo. Emocionante =)
bjos
Bom dia Lídia, um momento de uma imensa ternura que emociona. Sublime. Beijinho. Ailime
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