O acolhimento, a simpatia, o sorriso fácil, o modo como nos acarinham e nos fazem sentir em casa, não serão, por certo, alheios a este "fenómeno". E de tal modo o sentimento de bem-estar se instala que acabo por não precisar de desdobrar a “cábula” que levo sempre comigo (em S.O.S.) não vá a “branca súbita" resolver aparecer para limitar a palavra quando preciso dela, em "aparições" públicas.
Agradeço também ao Álvaro de Oliveira, à Virgínia Do Carmo e às pessoas que quiseram emprestar a voz aos meus textos/poemas, dando um colorido muito especial a mais esta minha passagem pela UNICEPE, no Porto.
Obrigada!
Lídia Borges

