fosses
tu um poema, fosse eu a lua
podias
ser meu, eu podia ser tua.
podíamos
passear
de
braço dado ao luar
pelo
passeio da minha rua.
mas se
a minha rua te não chegar
podemos
ir pela estrada por calcetar
que o poeta
criou na face do mar
tu, um
poema, e eu, a lua
de
braço dado, a namorar
na
minha rua, à sombra do mar?
isso o
que importa?
se és
tu quem bate,
agora
mesmo, à minha porta.
3 comentários:
Amanhã
quando o sol nascer
ficará enciumado
ao te ler
Que poema maravilhoso, tem melodia, encanto e ternura.
Obrigado pela partilha, adorei!
Beijinhos
Maria
tao bonito.
E sim pouco importa tudo o resto, quando nos bata à porta quem nos é coração *
abraço *
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