Continuando o périplo pelas escolas,
neste Mês Internacional das Bibliotecas Escolares:
Centro Escolar do Vale de Lamaçães, ontem e hoje. Muitas crianças, professores, auxiliares, uma tradutora de linguagem gestual para levar as minhas palavras, (ontem também as da ilustradora, Sílvia Mota Lopes) aos alunos surdos-mudos. Mimos com fartura para o gato que parece ter agradado aos pequenos leitores, a avaliar pelas (muitas e interessantes) perguntas que fizeram.
Centro Escolar do Vale de Lamaçães, ontem e hoje. Muitas crianças, professores, auxiliares, uma tradutora de linguagem gestual para levar as minhas palavras, (ontem também as da ilustradora, Sílvia Mota Lopes) aos alunos surdos-mudos. Mimos com fartura para o gato que parece ter agradado aos pequenos leitores, a avaliar pelas (muitas e interessantes) perguntas que fizeram.
"Não, não há perigo"! - Pensava eu no regresso, tranquilizando-me sobre um certo receio quanto ao desaparecimento do livro, face à concorrência movida pelas novas tecnologias. Pode até o formato sofrer alterações, mas a alegria que um livro pode levar a um leitor, quer seja criança quer seja adulto, é o garante da sua permanência, seja em que suporte for. Para mim, um livro terá de ser sempre em papel. Para se poder cheirar, apalpar, abraçar...
Lídia Borges
(Não tenho fotografias. Nunca me lembro
de pedir a alguém que faça os "cliks". Esta "roubei-a" à
Sílvia. É de ontem, mas ainda está fresquinha.)

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