o meu
nome na tua voz
pela enésima
vez. chamas-me.
tens-me como
a fonte do ar
que te falta
nos pulmões, no coração,
a serenidade, a fortaleza
contra a insubordinação
dos ventos.
e eu tão desamparadamente
só,
as mãos nuas de milagres
cheias de invisíveis
dores. sustos.
largam tudo
e vão
pela enésima
vez… as mãos.
[ai, que em fraquezas se afundam]
estou aqui!
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