A gramática era, por vezes, o lugar onde mais doía a escola.
Todavia, para sempre:
terra - advérbio de lugar onde se fixam
raízes.
cereja - verbo rubro e doce de trincar conjugado ao borralho de maio.
pássaros – nome circunstancial do verbo voar.
verde - adjetivo superlativo absoluto das coisas da Natureza.
água - substantivo líquido feminino, singular no rumorejar.
dália - uma forma mais que perfeita do verbo dar.
narciso – substantivo impróprio de flor singela.
azul – adjetivo ou nome incomum, celeste e casto.
rosa – nome coletivo como bando de pétalas, não de asas.
(esta, aí ao lado, fotografei-a hoje pela manhã, ao sair de casa)
…
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cereja - verbo rubro e doce de trincar conjugado ao borralho de maio.
pássaros – nome circunstancial do verbo voar.
verde - adjetivo superlativo absoluto das coisas da Natureza.
água - substantivo líquido feminino, singular no rumorejar.
dália - uma forma mais que perfeita do verbo dar.
narciso – substantivo impróprio de flor singela.
azul – adjetivo ou nome incomum, celeste e casto.
rosa – nome coletivo como bando de pétalas, não de asas.
(esta, aí ao lado, fotografei-a hoje pela manhã, ao sair de casa)
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Com o tempo, fui reparando que a
gramática tinha páginas onde a morfologia das palavras era muito fácil. Bastava
deixar que elas “falassem” por si.
