Precisamos então de outra luz mais mortiça, do recorte de um porto qualquer feito de súbitas urgências. Mas, ainda que entre névoa, queremos distinguir ao fundo o esboço de uma jangada, de um bote, um vento à vista que nos fará partir de novo. Sabemo-lo bem, embora, repetidamente, digamos a nós próprios que a ilha que encontrámos é essa, a mesma que, na madrugada da partida, marcámos no mapa com um X; a terra das nascenças e dos desígnios cumpridos... Que mais não sei, não quero, não posso!
Com o meu agradecimento
a tantos.
Lídia Borges
