segunda-feira, 22 de março de 2021

Azul como a Água

Nunca sabemos bem a cor exata de todas as letras que colocamos dentro de um livro até que outros o abram e nos digam da sua leitura, da sua verdade, da sua justiça. O meu “Azul” já não me pertence. Mas, foi gratificante poder surpreender-me com os matizes que lhe foram atribuídos pelos primeiros olhares atentos e críticos:

 à Ana Paula Mateus,

 à Maria Isabel Fidalgo,

ao José Pedro Leite,

deixo o meu comovido agradecimento, extensivo, obviamente, à Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, à Poética Grupo Editorial, à Associação Portuguesa de Escritores e a todos aqueles que, ontem, no Dia Mundial da Poesia, quiseram marcar presença na Sessão de Apresentação do livro “Que farei com este azul que me beija”.