Nunca sabemos bem a cor exata de todas
as letras que colocamos dentro de um livro até que outros o abram e nos digam
da sua leitura, da sua verdade, da sua justiça. O meu “Azul” já não me
pertence. Mas, foi gratificante poder surpreender-me com os matizes que lhe
foram atribuídos pelos primeiros olhares atentos e críticos:
à Ana Paula Mateus,
à
Maria Isabel Fidalgo,
ao José Pedro Leite,
deixo
o meu comovido agradecimento, extensivo, obviamente, à Biblioteca Lúcio
Craveiro da Silva, à Poética Grupo Editorial, à Associação Portuguesa de
Escritores e a todos aqueles que, ontem, no Dia Mundial da Poesia, quiseram
marcar presença na Sessão de Apresentação do livro “Que farei com este azul que
me beija”.