Este lugar tem uma
"não-sei-quê" de sagrado, sobretudo no outono, quando a água das
cascatas transborda do silêncio. E canta.
É o Minho
cansado dos verdes do verão a dar-se às serenidades do outono.
Em lugares como este, é natural o eco cálido de uma oração erguer-se, arrebatador, do coração dos poetas.
Lídia Borges
Fotos minhas tm. (13/11/2022)


