Tem momentos que sentimos vontade de desistir...mais a vida dá voltas, e dali a pouco, ressurgirmos e voltamos a insistir neste viver...que tudo pode ser diferente e a pena valer. Doce semana pra ti! Um abraço Valéria
Lidia, algumas vezes sentimos dessa forma - o início nada mais é do que um fim antecipado. E não existimos - pulamos uma batida do relógio. assim é a ausência de nossas escritas. Um beijo, Deia
Rasuraste a palavra e...desistes! As pedras formam uma coluna de granito de onde brota a flor perfumada...do poema reconstruído...Pega na palavra e recomeça de novo... Beijo Graça
Gosto da tua casa nova... cor de areia... cor de terra... cor de chão. O chão onde nascem os teus versos e onde feita árvore, enterras as raízes das palavras... E sei que nunca desistirás! :)
19 comentários:
Rasurar o verso, é apagar o segredo da face oculta das pedras...
Uma boa semana.
J
Hoje é dia de Sto António de Lisboa e de Leiria, como freguesia.
Leiria, dos rios Lis e Lena.
Que se juntam antes da foz
e lá seguem agarradinhos
várzea sorrateira e fértil
Liria, terra de poetas e prosadores
Leiria do primeiro trovador
O Rei D. Dinis
do Pinhal de Leiria
que tantos versos motivou
Francisco Rodrigues Lobo
Afonso Lopes Vieira
Acácio de Paiva
tantos outros...
antonio
na desconstrução, o fazer-se
abraço
não fique soterrada...
não desista...
Bela construção sobre a "angústia" do poeta perante a necessidade de criar.
abs
Pois!
Poesia é de rompante, vertigem intempestiva que se amassa com rasura.
Adorei a forma como o descreveu.
Primeiro desconstruir, depois reconstruir, do jeito que se quer...
beijo, ótima semana
deve ser triste não acontecer, mas uma escritora brasileira disse que quando não escrve está morta ou seja não acontece, talvez seja assim em você.
há dias assim, mas o poema se faz, apesar deles... beijos.
Desconstruir é sempre um fazer.
Muito bonitos, seus poemas.
Um abraço.
Ando amanhecendo assim.
Bela construção poética a sua.
Beijo.
Fazer poesia com a construção e as rasuras.
Desistir nunca
Uma palavra só fará a força, a razão de toda a construção - AMAR
Tem momentos que sentimos vontade de desistir...mais a vida dá voltas, e dali a pouco, ressurgirmos e voltamos a insistir neste viver...que tudo pode ser diferente e a pena valer.
Doce semana pra ti!
Um abraço
Valéria
Um bom exemplo...
de...
do...
..........
desisto!
Beijo, amiga Lídia
Lidia, algumas vezes sentimos dessa forma - o início nada mais é do que um fim antecipado. E não existimos - pulamos uma batida do relógio. assim é a ausência de nossas escritas. Um beijo, Deia
Rasuraste a palavra e...desistes! As pedras formam uma coluna de granito de onde brota a flor perfumada...do poema reconstruído...Pega na palavra e recomeça de novo...
Beijo
Graça
Seara de versos lindos e expressivos numa tônica lírica adorável ! Bj minha querida...
Úrsula
Queria, como vc, conseguir fazer poesia até sobre o não conseguir fazê-la...
Gosto da tua casa nova... cor de areia... cor de terra... cor de chão. O chão onde nascem os teus versos e onde feita árvore, enterras as raízes das palavras... E sei que nunca desistirás! :)
Um beijo, querida amiga:)
Acabou construindo e dividindo com todos nós. Abraço/ney.
Enviar um comentário