Tenho metade das palavras cravadas a um palmo da raiva e outra metade a um palmo do amor. De todas me ausento. Fico em silêncio no escuro do vento, esta noite.
Neste mundo em desvaria andamos todos metade raiva, metade amor. Às veezs a raiva nasce por amor ou mal de nós se não nos indignassemos com as injustiças, por exemplo. No entanto o silêncio entre uma e outra é sempre bom conselheiro.
Beijos na tua alma silenciosa, nesse espaço de tempo onde nascerá um amor-perfeito...
Às vezes, sobretudo quando se está a meio caminho entre o amor e a raiva, o silêncio pode ser a opção mais sábia... Simples e de extrema beleza, o seu post... Beijinhos.
23 comentários:
Veja, gostei tanto daqui!
Somos metades; ódio, amor,
pedra, pétala de flor.
Vou me perder (e me encontrar)
aqui na tua poesia. Flores.
Mas não ficam pela metade as palavras que fazem este grande poema!
Bjs dos Alpes
E somos sempre um tanto de cada um...
Importa que tentemos sempre o iquilíbrio entre os dois, num exercício diário e
solitário
Beijo, Lídia!
O amor perfeito é a mais bela das frustações, pois está acima do que se pode exprimir.
Charles Chaplin
Bj
J
Às vezes, tantas vezes, é preciso deixar o silêncio amadurecer as palavras para que elas tenham o tamanho das nossas mãos abertas.
Um beijinho, Lídia
e o meu carinho nas tuas palavras.
Equilíbrio! Bom ouvir o silêncio, acalma.
Meu carinho.
Me pergunto o porquê do desencontro
se estou nesse mesmo ponto...
...talvez pelo escuro do vento ou pelo seu silêncio ou por a noite ser densa...
todas as tuas metades
são encantadas
...
Beijo carinhoso.
O silêncio e a ausência são direitos de todo ser. E são deles que se alimentam a palavra poética. E são neles que conhecemos a própria alma.
beijo, amiga!
As vezes empata e não ha como exprimir. Triste abismo.
Um feliz e criativo 2012.
beijos
Algumas vezes, recolher-se no silêncio é o mais sensato.
Quando a palavra oscila tanto, é melhor medi-la antes de proferi-la. Ou então, faz-se um poema, onde tudo cabe =)
bjos
uma metade inteira, uma metade vazia
beijo
Querida Lídia,
Neste mundo em desvaria andamos todos metade raiva, metade amor. Às veezs a raiva nasce por amor ou mal de nós se não nos indignassemos com as injustiças, por exemplo. No entanto o silêncio entre uma e outra é sempre bom conselheiro.
Beijos na tua alma silenciosa, nesse espaço de tempo onde nascerá um amor-perfeito...
Tua amiga Branca
O ideal é o equilibro, e o amor nunca é perfeito...só na imagem.
Bjs
Atingiste o equilíbrio...o silêncio te aconselhará!
Bjs.
Amor perfeito?
Há dias assim
Bj
Convém decidir...
Belas palavras.
Gostei imenso, querida amiga.
Beijo.
... e o coração balançando!
como pêndulo.
beijo
Muito bonito. E tantas vezes me sinto assim! O poeta é isso mesmo: um vate.
Obrigada.
Às vezes é o melhor. Ficar em Silêncio no escuro...
Pensei e a Lilá(s) escreveu - o equilíbrio , sem ele tombamos.
um abraço Lídia
Tão belo a tão angustiante esta ausência.
Beijo.
Às vezes, sobretudo quando se está a meio caminho entre o amor e a raiva, o silêncio pode ser a opção mais sábia...
Simples e de extrema beleza, o seu post...
Beijinhos.
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