terça-feira, 10 de abril de 2012

Chove

Chove...

Mas isso que importa,
se estou aqui abrigado nesta porta
a ouvir a chuva que cai do céu
uma melodia de silêncio
que ninguém mais ouve
senão eu?

Chove...

Mas é do destino
de quem ama
ouvir um violino
até na lama.

José Gomes Ferreira

13 comentários:

Manuela Freitas disse...

Lindíssimo poema de JGF e impossível deixar de ficar a ouvir a música!
Bj

Victor Gil disse...

José Gomes Ferreira, poeta único. O meu preferido e influenciador.
Beijos
Victor Gil

Unknown disse...

chove, e alguma coisa inunda



beijo

ANGELICA LINS disse...

Nossa, que belo!

Ouvir o inaudível pelo sentido do amor.

Sempre um encanto vir ao teu blog

Abraço fraterno.

Rogério G.V. Pereira disse...

Tinha menos de 20 anos quando "conheci" o poeta. Desde aí, nunca mais me abandonou. Acho que sabe isso, está escrito no meu livro. Releio, com prazer, coisas que apenas achei belas, numa longínqua primeira leitura. Hoje mais me comovem... Obrigado por mo ter lembrado.

Isabel disse...

Lindo o poema e a música.
Adoro o som do violino. Chega fundo na alma.
A foto também é linda.
Um conjunto perfeito!

Sonhadora (Rosa Maria) disse...

Minha querida

Maravilhoso este poema de José Gomes Ferreira,um poeta que adoro ler.


Deixo um beijinho com carinho
Sonhadora

Flor de Jasmim disse...

Lídia minha querida
Lindo esse poema! Não conheço José Gomes Fereeira vou tentar descobrir.

beijinho e uma flor

Branca disse...

Querida Lídia,

Loucamente lindo este poema de um poeta que sempre admirei.
Tinha 18 anos quando li "Poesia - III" e nunca mais esqueci José Gomes Ferreira.
Relembrá-lo aqui neste maravilhoso poema é encher a alma da beleza da chuva e de quem assim a sabe poetisar, numa melodia que nos enche a alma.

Muito bonita a música que escolheste.

Sempre um momento agradável e único passar por aqui.

Beijos
Branca

Lilá(s) disse...

Simples e belo!
Bjs

Anónimo disse...

Encantador!Não conhecia.Vou procurar por ele.

Beijos.

Daniel C.da Silva disse...

Eu gosto da chuva. Trasnporta e pacifica.

Um beijinho amigo

Mª João C.Martins disse...

Um poema pode ser um livro inteiro, respirado, palavra a palavra, na mais íntima leitura que dele fazemos.


Lindíssimo!

Um beijinho, Lídia