Dançar, surdo à melodia, não impede a exuberância dos gestos nem o prazer do compasso imaginário! Insanidade talvez seja escutar a melodia e permanecer imóvel, insensivel!
A música vive-se na dança e todo o corpo se movimenta num ritmo que nasce dentro da alma. Podemos tirar a música a meio e continuamos a ouvi-la dançando com a mesma intensidade. Insanos serão aqueles que não têm nem música nem arte para executar a graciosidade de uma valsa ou outro número musical.
Agradeço as suas palavras. Sinto-me honrado com a sua visita e tenho aprendido aqui com a forma como a Lídia escreve. Os seus poemas enchem-me interiormente.
Se este bailado nos oferece momentos belíssimos que adorei apreciar aqui, com tão excelente execução, já o pensamento de Nietzsche me encantou igualmente e muito, pela profundidade e imenso alcance a que nos leva.
12 comentários:
Uma bela homenagem ao Dia Mundial da Dança! :-))
Abraço
Infelizmente, Lídia, o apontar do dedo parece ser característica intrínseca do ser humano.
Beijo :)
A meio, tirei o som
O corpo se movia
como se lá estivesse a melodia...
:-)
taí uma estrela bailarina, assim falava
beijo
Dançar, surdo à melodia, não impede a exuberância dos gestos nem o prazer do compasso imaginário! Insanidade talvez seja escutar a melodia e permanecer imóvel, insensivel!
Beijos,
AL
Lindas exibições de dança. Sobre Nietzsche, ateu, como sabemos, teria dito que só creria num Deus que dançasse.
Um abraço. Tenhas uma linda semana.
MARAVILHOSO!!
Lídia, meu carinho. Abraços!
Dançar é viver!
Beijos.
A música vive-se na dança e todo o corpo se movimenta num ritmo que nasce dentro da alma.
Podemos tirar a música a meio e continuamos a ouvi-la dançando com a mesma intensidade.
Insanos serão aqueles que não têm nem música nem arte para executar a graciosidade de uma valsa ou outro número musical.
Agradeço as suas palavras. Sinto-me honrado com a sua visita e tenho aprendido aqui com a forma como a Lídia escreve. Os seus poemas enchem-me interiormente.
Simplesmente divinal.
Beijinhos
Maria
ADORO bailado! Mas não sei se apreciei mais a leve firmeza dos passos da bailarina se a firmeza certeira das palavras do filósofo!
Muito bem escolhido, Lídia! Parabéns!
Se este bailado nos oferece momentos belíssimos que adorei apreciar aqui, com tão excelente execução, já o pensamento de Nietzsche me encantou igualmente e muito, pela profundidade e imenso alcance a que nos leva.
Adorei Lídia, com pena de ter chegado atrasada.
Beijos
Branca
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