
Como é que um autor que funde os contos tradicionais, a história e a contemporaneidade com um realismo alucinatório (conforme consta no comunicado da Academia Sueca), em livros que, depois de traduzidos, ultrapassam largamente as 500 páginas, pode chamar-se Mo Yan (Não fales)?
Não falarei. O autor é para mim um ilustre desconhecido.
Vou tentar conhecer, até porque Kafka me agrada e li algures que ele é o "Kafka Chinês".
Venham as traduções.
8 comentários:
Também nunca tinha ouvido falar neste autor. Já requisitei hoje 3 dos seus livros aqui na biblioteca municipal. Um deles é o único que foi traduzido em Português, segundo li na net: “Peito Grande, Ancas Largas”
Oi Lídia
Aqui no Brasil não tem traduções do Mo Yan , o que significa que vai continuar um desconhecido pra mim ainda por algum tempo_ rs
nao me surpreendeu mais do que Obama ter recebido o 'Prêmio Nobel da Paz'no ano passado rs
estava dando um tempo nos blogs ,mas voltei porque sempre bate saudade.
meu abraço Lídia
espero também, embora entenda que o Nobel de Literatura é mais político que literário de fato,
beijo
Um desconhecido...para já.
Bjs
Para mim também, um ilustre desconhecido.
Fiquei com a mesma curiosidade e se eu não tivesse uns 4.765 livros na fila de leitura, ia tentar ler algum que tenha sido traduzido para o inglês, mas... rsrsrs
bjos
Estou tão desolado com a "Academia" e um outro prémio atribuído, que nem sei o que lhe diga...
(não sei se reparou, mas o comentário nem rimou!)
Nunca tinha ouvido falar. Aguardemos pela tradução, então. Beijinho
Tudo se alterou, até as instituições que tinhamos por referência, fazem agora coisas que não entendemos.
Não tenho razões para confirmar ou dúvidar, oiço vozes e penso....
há intenções fora das razões, outras coisas que desconhecemos.
Um beijo
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