Depois do grito, do sangue, da morte,
do pranto...
ouviu-se falar hoje, vagamente, num cessar-fogo.
Mas, tenho tão pouca realidade em mim agora
que nem sei se me pesa mais o sonho ou o
pesadelo.
E em Gaza o céu é da cor do medo.
"O
jogo ainda não terminou"- disse alguém.
E é da cor do medo o céu em todas as
terras
onde jogar com a Vida é lei.
Mas… Não sei!
Tenho tão pouca realidade em mim,
agora.

20 comentários:
Que haja o cessar fogo.É preciso! Triste realidade! Linda poesia! beijos,chica
Não sei... também não sei
Ando a desaprender a chorar
E isso consome-me o tempo...
É uma dor ver tanta gente que sofre,principalmente as crianças que não pediram para nascer.Políticos porcos que não tem respeito pelo ser humano.
Beijinhos
Forte!
Comovente que fiquei com um nó na garganta.
trista realidade minha amiga
beijinho e uma flor
Dramático.
Real.
Corajoso.
Comovente.
beijos
BF
um poema que é um grito.
oxalá seja verdade.
beijo
Triste realidade.
Dura.
bjos
é uma situação lamentável, ontem também postei um poema no Face sobre:
Jamas
A morte tinha cheiro de estrada
Na terra que eu não pisei
Na sagração de sangue
No muro sem lamentação
Só vi corpos atordoados
Abandonados aos vis
A morte tinha cheiro de estrada
Envolta num manto de bruma
Numa terra arrasada: Gaza.
Assis Freitas
houve tempos em que o Cessar-Fogo era respeitado e o Sol voltava a brilhar.
agora não tenho essa certeza...
a única certeza que tenho é que as balas disparadas pendem cada vez mais para corpos inocentes.
bj...nho
... e as crianças meu deus?
porque as abandonaste?
E o chamado "mundo livre" apoia.
Que asco!
Beijinho
Cessar-fogo...realidade?
Não creio! Poderá ser uma simples trégua, apenas!
Há sede de sangue, violência...
Beijos.
Jogo (in)ofensivo
Gira, rola, rebola
Redonda e colorida.
Gira , rola, rebola
Carregando consigo poeiras e areias
Que se arrastam pela estrada da vida.
O menino sonhador e sorridente,
Jogador inocente
Corre no seu encalço.
Suas pernas finas agitam-se como borboletas esvoaçantes.
Nem o rasgão dos calções
Nem a ferida da pele
O impedem de perseguir seu sonho.
Corre sonhador e sorridente, o jogador inocente.
Gira, rola, rebola
Redonda e colorida, a bola da vida.
De repente:
___________________________________
Eis que embate no betão
E em ricochete
Acerta em cheio nas pernas do inocente jogador.
Tomba o sonhanhor.
As poeiras e as areias tapam-lhe o sorriso.
Agora o rasgão é maior.
E as feridas?
Terão elas sutura?
Lamentável que 53 anos depois de proclamada a declaração dos direitos da criança , estes continuem a ser esquecidos e desrespeitados .
Beijinho
É uma triste realidade, a que assistimos sem nada poder fazer.
Bjs
Há que se ter coração sensível para arrancar poema da tristeza de mais de um.
Parabéns!
Beijos!
O ruim é que muita gente não entende que é Israel que está errado. =S
Gente que cai na pegadinha da mídia.
Bjuuus
End Fernandes
dói até ao âmago...
beijo
Uma beleza o poema da Lídia, apesar de falar do horror, mas é assim com palavras sábias e sensíveis que se combate o ódio e a guerra. Como dizia um dos nossos poetas "a palavra é uma arma" e que seja uma arma de bom senso, para que os homens se entendam um dia.
Por enquanto ainda temos muito que chorar...ainda permanece a dor.
Beijos
Já me custa acreditar em tudo e principalmente nesse cessar fogo. Maldita guerra e malditos os que arranjam fortunas à custa de tanto sofrimento. Beijos com carinho
A imagem doí muito!
é como se todas as noites fossem muito escuras,
uma realidade que nos esmaga.
Obrigada por denunciar com seus versos,
talvez quem sabe façamos o minimo por alguém do nosso lado_em nome de inúmeros outros ...
bjs
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