segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Como um livro que se fecha



De nada serve retardar os passos.
há-de calar-se a voz
como um livro que se fecha

antes do fim, 

uma oliveira,
no centro da página, 
entoa metáforas de sobrevivência.

A terra não é branca, bem sei!







Imagem net s/ ind. autoria


16 comentários:

Dilmar Gomes disse...

Bela imagem, amiga Lídia.
Um abraço. Tenhas uma boa noite.

Rogério G.V. Pereira disse...

Cabe
uma oliveira
toda inteira
no centro da página

O livro fica
permanentemente aberto
como metáfora à imortalidade

chica disse...

Que pena que a terra não é branca.Falta paz! beijos,chica

Silenciosamente ouvindo... disse...

Penso que compreendi a mensagem.
De facto a terra não é branca.
Um livro ficará sempre após
tudo!...
Bj.
Irene Alves

Rita Freitas disse...

Bonita imagem...antes do fim

bjs

lino disse...

Belos, poema e imagem!
Um beijo

Manuel Veiga disse...

sabe-se lá quando vai explodir uma flor!... ou uma oliveira.

beijo

Flor de Jasmim disse...

E de terra branca nós precisamos...paz.
Profundo poema Lídia.

beijinho e uma flor

Lilá(s) disse...

Não sei se gosto mais do poema se da imagem!
Bjs

Ana Tapadas disse...

Os meus parabéns a uma grande poeta.
também encontro na poesia da Lídia esse sentido telúrico de que se falou.

Grande beijinho

Anónimo disse...

Pensamento maravilhoso! Triste... Bji

Mar Arável disse...

Nas tuas mãos
todas as árvores dão fruto
mesmo que a terra seja branca

Unknown disse...

que belo, muito



beijo

São disse...

Gostei do poema, mas a imagem é linda...

Tudo de bom

Fê blue bird disse...

Muito belo este momento.
Contemplo a imagem e absorvo a profundidade das palavras.

beijinho

Armando Sena disse...

Nem a terra é branca, nem a escrita finita. O fechar do livro será sempre o prenúncio do abrir de outro.

bj