já não sei
que mundo é o meu
se o das
Letras
se o das
searas, do vento, do sol
das
borboletas…
já não sei!
já não sei se
diga pássaro
se o deixe
voar livremente
nas folhas
de verde vivo
em alarido com o vento
num
salgueiro à beira rio.
não sei se o
deixe voar
em lugar de
o aprisionar
nesta folha branca, morta
onde o
pássaro perde o pio.
não sei se é
da tinta
que torta
brota da pena
se é
desabafo ou poema
a pena de
não poder
dar ao
pássaro voo e asa
em sua graça
plena.
só sei que
valeu a pena!
passar o
canto à pena
a pena ao
canto…
não vejo
outra maneira
de dizer à
boca cheia
pássaro,
poema
ou encanto.
8 comentários:
Sempre vale a pena
de quem pena
e penas tem
Bj
Cara amiga Lídia, valeu a pena ler vosso poema.
Um abraço daqui do sul do Brasil. Tenhas uma boa noite.
O melhor é mesmo deixá-lo voar... (digo eu...)
Muito bonito!
Não sei
Nunca saberei
comentar um poema
onde reconheça
tudo ter valido a pena
Claro que valeu a pena passar a pena ao canto para nosso encanto. Num Baile de Cítaras me tenho encantado.
Um sentir que realça a chama da poesia que de si emana, Lídia.
Grato pela leitura.
Um bom domingo :)
musical, cantante, belo teu poema
gosto. muito (como "quase" sempre rss)
beijo
Sempre bom retornar as coisas boas.
Depois de uma temporada fechado aqui e ausente por lá eis que encontro pássaros voando num alarido que me enche de ternura ,
Muito lindo Lídia
deixo abraços
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