domingo, 5 de junho de 2016

Ondina

 
 Maria Ondina Braga (pesquisa Google)

O domingo, o pátio, a leitura - a minha eucaristia, o meu banquete!

«[...] Foi por fim o tio que, agarrando no Petit Larousse, explicou o significado de Ondina: o génio do amor que vive nas águas. Sereia, era uma sereia, Ondina, mas não das dos mares mortíferos, não, dos lagos transparentes e tranquilos. Uma gentil e elegante ninfa que, se um dia algum mortal a quisesse para esposa, ganharia mesmo alma como qualquer criatura de Cristo. Todos estão ali impressionados com a lenda da sereia dos lagos. E lindo, Ondina, musical. Todos concordando em que se devia optar por esse nome. A mãe é que, muito embora sem se opor, continuando de pé atrás, a mãe. Ondina ela nunca ouvira, nem santa, que lhe contasse [...]»

Braga, Maria Ondina (1998:p.15), Vidas Vencidas, Edição Caminho.




1 comentário:

Rogério G.V. Pereira disse...

Os nomes
são escolhidos
depois quase os esquecemos
excepto quando nos chamam

ou quando assinamos