ia acordar Adília Lopes,
falar
com ela.
é tão gravemente engraçada!
encontrei-a a tocar Bandolim
sentada na cadeira forrada
que está sob a cópia de Picasso
precisamente
a rapariga do Bandolim.
a rapariga do Bandolim.
disse-me assim:
“O Sol é grande. Caem co’a
calma as aves. Isto é sem cura.” *
acreditei e repeti, como quem reza, até
voltar a adormecer:
“O Sol é grande. Caem co’a
calma as aves. Isto é sem cura.”
“O Sol é…"
“... é sem cura.”
Na manhã seguinte acordei curada.
Devo ter exagerado na
dose de Bandolim
*Adília Lopes, (2016: p.
97), Bandolim

1 comentário:
:))))
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