É certo, Lídia, ainda que, muitas vezes, o porte de alguns animais seja só fachada e escondam sensibilidade para outras formas de poesia que não se serve de palavras. Observo frequentemente certos homens do campo que, não sendo sensíveis à poesia, se enternecem com aquilo que plantaram ou com os animais que ajudaram a nascer ou de que tratam.
Tua sensibilidade é um fascínio e a poesia também assim a sinto
Contudo, mais que a leveza admiro o voo da águia e a sua enorme envergadura d´asa ou a delicadeza, imensa, de um golfinho ou do touro a raiva que tudo leva à frente e arrasa
E as bandeiras, minha amiga? E as bandeiras, sem libelinha? de um golfinho
3 comentários:
É certo, Lídia, ainda que, muitas vezes, o porte de alguns animais seja só fachada e escondam sensibilidade para outras formas de poesia que não se serve de palavras. Observo frequentemente certos homens do campo que, não sendo sensíveis à poesia, se enternecem com aquilo que plantaram ou com os animais que ajudaram a nascer ou de que tratam.
Bom fim de semana. :) Beijo
A poesia toca sempre alma dos que sabem ver para além das palavras.
Maravilhoso poema.
Beijinhos
Maria
Tua sensibilidade é um fascínio
e a poesia também assim a sinto
Contudo, mais que a leveza
admiro o voo da águia
e a sua enorme envergadura d´asa
ou a delicadeza, imensa,
de um golfinho
ou do touro a raiva
que tudo leva à frente e arrasa
E as bandeiras, minha amiga?
E as bandeiras, sem libelinha?
de um golfinho
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