«Mais de 3500 mulheres e crianças
Ainda estão presas como escravas sexuais
Do Daehs. Todos os dias morrem mil mortes»
Ainda estão presas como escravas sexuais
Do Daehs. Todos os dias morrem mil mortes»
DN (2016, 13 dezembro)
Nos rostos longínquos, o sem fim da dor.
Os olhos, crianças envelhecidas,
poços escuros,
restos mortais de infâncias violadas,
torturadas, vendidas. Sarcófagos
para sempre a descoberto,
chaga ensanguentada
da barbárie.
E, contudo, as vozes… Milagre,
grito surdo a perfurar a alma,
a queimar por dentro
como um delito [comum]
inconfessável, inexprimível.
Pode tanta morte caber
em tão exíguos corpos, meu Deus?
«Vemos, ouvimos e lemos, não podemos ignorar»
SOPHIA
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