A Ponte Japonesa - Claude-Monet (1900)
existimos apenas
nas imagens que criamos
e temos por eternas.
mas isso é só poesia, dir-me-ás.
chegados aqui,
desbastados os versos inúteis
a vida abreviada, nervura elemental,
magnânima de tão ínfima,
a vida, só a poesia, dir-te-ei.
3 comentários:
Mas... há verso inúteis?
Boa tarde.
Visitando deparei-me com um blogue onde a poesia é pura magia poética. Gostei muito
.
Deixo cumprimentos de fantasia poética
Quando a vida e a poesia se misturam...
Um beijo grande, Lídia.
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