Có-có-ró-có-có...
Có-có-ró-có-có...
Fingido opaco e oco
é o canto das manhas.
Guardo o til para as manhãs dos galos autênticos
enquanto o emudecimento paira
sobre as letras genuínas das cantigas .
Có-có-ró-có-có...
Có-có-ró-có-có...
Que é da Poesia
que ninguém mais a viu na rua?
Lídia Borges