sexta-feira, 5 de março de 2021

Que farei com este azul que me beija

 


Está pronto a seguir pelo seu próprio pé. Amadureceu quase tudo. Não demais para não se estragar. A partir do dia 21 - Dia da Poesia - deixará de me pertencer para ser de quem o quiser seu.

O meu agradecimento, desde já, à Poética Edições, à Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, em Braga, e a quantos, de uma maneira ou de outra, me têm acompanhado neste caminho de letras.



As palavras escritas servem sobretudo para retardar
esquecimentos.


Lídia Borges