domingo, 29 de outubro de 2023

Canção sem final

 


Podem decretar o fim da arteE' como decretar o fim da chuvaHa' sempre algue'm que sonha em qualquer parteE a nossa voz nunca sera' viu'va
Podem decretar o fim do pãoEspalhar pela seara uma alcateiaMas quem nasce a fazer a divisãoPode morrer pela u'ltima ceia
Podem dizer pra estarmos caladosE assim seremos o que deus quiserPara que a gente não vire soldadosPodem decretar um deus qualquer
Podem decretar mandar calar-teDizer que nossa voz e' um enguiçoPodem decretar o fim da arteE a gente faz uma canção sobre isso
Podem decretar o fim da arteE' como decretar o fim da chuvaHa' sempre algue'm que sonha em qualquer parteE a nossa voz nunca sera' viu'va
Podem decretar o fim do pãoEspalhar pela seara uma alcateiaMas quem nasce a fazer a divisãoPode morrer pela u'ltima ceia
Podem dizer pra estarmos caladosE assim seremos o que deus quiserPara que a gente não vire soldadosPodem decretar um deus qualquer
Podem decretar mandar calar-teDizer que nossa voz e' um enguiçoPodem decretar o fim da arteE a gente faz uma canção sobre isso


 Letra: Miguel Tiago / João Monge 
 Música: A garota não