Novembro,
novembra como lhe compete
e lembra
ventos outros,
nevoentos,
de entre aspas regressados.
Lídia Borges
«[...] Mas o sonho está ali mesmo à frente, no horizonte imenso, no céu que absorve e distrai. O caminho é “para lá”, immer weiter, até que sentido e destino, Ser e Tempo, de novo se confundam. O grave é que esse homem de pé no mar de nevoeiro que o envolve corre perigo: o perigo de simplesmente não ver, de tanto querer ver mais e melhor.»
