
Queimei uma
vela de sebo por cada
árvore da floresta
e por cada noite de insónia
a céu aberto
Lancei uma pedra à água
por cada nuvem no céu
e por cada espiga nas searas
Forjei uma ferradura por cada
barco no lago
e por cada ano que vivi
Ainda há tanto
que esperar
Ainda há tantos enigmas por resolver.
Tor Ulven Noruega (2012 in DiVersos – Poesia e Tradução, nº. 17)