domingo, 23 de novembro de 2025

Domingo (VI)

 



Pensamos que nos conhecemos bem, mas não. 

Sabemos de nós uma pequeníssima parte. 

Quem melhor nos diz são os outros.

 


Momentos inesquecíveis d’escritos por familiares, amigos e muitos outros que me fizeram companhia na apresentação de um livrito pequeno que ganhou peso e tamanho nas vozes que o quiseram maior. Foi no passado dia 20, em Braga, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, no âmbito do Festival Literário Utopia… eu e o Desarrumos, um só.

É reconfortante quando vemos como a poesia (a que sabemos e escrevemos) pode tocar o coração de tantos. É como se um fio invisível nos unisse e sustivesse contra tempos e ventos. 



Agradeço:

 à À Doutora Isabel Cristina Mateus, voz sábia das coisas da Literatura, o meu agradecimento especial pela forma séria, profunda e surpreendente de dizer o (meu) Desarrumos. Generosa, também.  

Ao António Fidalgo e Maria Isabel Fidalgo, à Daniela Matos Leite, à Adriana Moreira, vozes de onde ressoam sentimentos de aproximação, carinho e amizade, e talvez por isso os versos sejam mais nítidos, mais significativos e mais vivos, quando os dizem em voz alta.

Ao Hugo Dias, Diretor Artístico e encenador do TinBra (Academia de Teatro de Braga) transbordante de gentileza, de talento, de empenho, grata pelo ambiente criado que, de algum modo, nos levou a entrar no “Desarrumos” como se em casa.

A todos os que quiseram estar presentes o meu abraço.

Lídia Borges