Pensamos que nos conhecemos bem, mas não.
Sabemos de nós uma pequeníssima parte.
Quem melhor nos diz são os outros.
Momentos inesquecíveis d’escritos por familiares, amigos e muitos outros que me fizeram companhia na apresentação de um livrito pequeno que ganhou peso e tamanho nas vozes que o quiseram maior. Foi no passado dia 20, em Braga, na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva, no âmbito do Festival Literário Utopia… eu e o Desarrumos, um só.
É reconfortante quando vemos como a poesia (a que sabemos e escrevemos) pode tocar o coração de tantos. É como se um fio invisível nos unisse e sustivesse contra tempos e ventos.
Agradeço:
à À Doutora Isabel Cristina Mateus, voz sábia das coisas da Literatura, o meu agradecimento especial pela forma séria, profunda e surpreendente de dizer o (meu) Desarrumos. Generosa, também.
Ao António Fidalgo e Maria Isabel Fidalgo, à Daniela
Matos Leite, à Adriana Moreira, vozes de onde ressoam sentimentos de
aproximação, carinho e amizade, e talvez por isso os versos sejam mais nítidos,
mais significativos e mais vivos, quando os dizem em voz alta.

