quarta-feira, 24 de abril de 2019

Memórias

Lembra-me o Facebook que em 2015, a 24 de Abril, escrevi:
Em que penso?
Em Abril
ao cais amarrado à espera de uma maré viva que o desate.
Nunca um barco foi construído para ficar ancorado.
Nunca um sonho o foi, sem que muitos o tenham sonhado.
Sonhe e Abril será!
Lídia Borges

Hoje, 4 anos volvidos e penso o mesmo, mais coisa menos coisa. 
Que sentimento me toma?
Não sei bem. Dias há em que rejeito a formatação, os óculos viciados e não me importo de sofrer...