Lembra-me o Facebook que em 2015, a 24 de Abril, escrevi:
Em
que penso?
Em
Abril
ao cais amarrado à espera de uma maré viva que o desate.
Nunca um barco foi construído para ficar ancorado.
Nunca um sonho o foi, sem que muitos o tenham sonhado.
ao cais amarrado à espera de uma maré viva que o desate.
Nunca um barco foi construído para ficar ancorado.
Nunca um sonho o foi, sem que muitos o tenham sonhado.
Sonhe e Abril será!
Lídia Borges
Hoje, 4 anos volvidos e penso o mesmo, mais coisa menos coisa.
Que sentimento me toma?
Não sei bem. Dias há em que rejeito a formatação, os óculos viciados e não me importo de sofrer...
