E o Belo? – perguntamos, timidamente.
O Belo!... Belo é agora matar a Beleza.
Fazer da metáfora o metal, o lanho, o gume, a
fúria.
Enfureço-me.
Tanto quanto me é possível.
Pego nas balas de pólen, faço mira... Pum!... pum!...pum!...
Começo a atirar aos [meus] poemas.
Lídia Borges
(Imagem: Gabriele C.)
