
Onde está o verde dos meus olhos
do tempo em que me olhavas?
Foi -se perdendo por aí
nos prados, nos ribeiros,
nas folhas, nos canteiros,
nas sombras que aprendi.
E agora quando olho
Não são meus olhos a ver
Que esses, só têm olhos para ti
quando passas, indiferente
nos lugares onde os perdi.
25 comentários:
sabes querida logia, tudo muda em nossa aparência, mas os olhos permanecem os mesmos, sempre iguais, porque eles são a nossa alma...quando dizes que perdeu os olhos perdeste na verdade a alma por um grande amor e isto me encanta, me desatina me fala profundamente.
saudações
Desfecho de doer, que bonito, moça!
Beijo.
Nem sempre aqueles olhos que nos miravam de forma mais intensa,estão presentes,se perdem noutras miragens.Gostei muito,e agradeço visita.
Bjs e bfs Lisa
Minha querida
Lindo poema...os olhos que nos olharam no passado, com o tempo mudam de cor, adorei.
Deixo um beijinho e o meu carinho
Sonhadora
Tudo muda!Lindo!beijos,tudo de bom,chica
poema de amor, essa coisa difícil de conseguir.
muito bem conseguido.
minha vénia
Que lindo!!
Acho que todo mundo já viveu isso e você o exprimiu com muita delicadeza e sentimento.
beijos
[onde vivem, em nós, as naturezas quase mortas? Os pedaços que nos esquecemos, não nas gavetas, nos arrumos da nossa casa interior, mas no jardim que já descuidamos há muito? onde?]
um imenso abraço, Amiga Lídia
Leonardo B.
Estes olhos verdes que falam como se fossem corações...
Muito lindo
Ola Lidia
Venho desejar um bom fim de semana.
beijinhos
Belo poema!
Parabéns por ele!
Abraço
.
. alva é também a esperança que eleva a clorofila aos olhos .
. de quem sempre soube amar ... .
.
. um bom fim de semana .
.
. paulo .
.
deixo um beijo, no verde do teu olhar!
Dentro deste olhar espelha o amor perdido e mesmo assim espera...
Um beijo
Deve ser essa a razão de eu gostar tanto da natureza, o verde dos campos confunde-se sempre com o verde de uns olhos verdes, que perdi, e não mais encontrei, na paixão da minha juventude.
Lindo este poema, recorda-me coisas que gostaria esquecer.
Beijo de muito carinho, querida Lídia.
Carlos
Lídia,
Gostei particularmente da singela beleza deste poema.
Beijos
Os "olhos verdes" sempre me disseram muito e, os que amo, espero que jamais mudem de cor, jamais se percam - que "os prados, os ribeiros, as folhas nos canteiros" dela não precisam - e eu jamais me distraia de seu encanto!
Beijo
Gostei muito do teu post e + ainda do teu blog...
to te seguindo..
da uma passadinha no meu depois.
bjus
....
Perfeita, Lidia.
Abraços.
...
Lindo e triste.
Nem sempre o presente é como nós sonhamos e desejamos, por vezes fica só a nostalgia.
Bom Domingo
bjs
Maria
Nos olhos onde tudo nos fica guardado...
muito bonito , Lidia
Beijo
Olá Lídia,
Belíssimo poema, simples, mas com muita musicalidade e que diz muito!
Tudo pode mudar e tudo pode continuar na mesma...
Beijinhos
Lidia,
Belo o teu poema! Tem musicalidade e alma!!!
Beijos
AL
- É lá possível!
- Pelo menos foi o que ela me afiançou: que tinha perdido o verde do seus olhos...
- E nem se mostrou triste? não procurou saber se havia alguma hipótese de recuperar a cor?
- Não. Nem eu me atrevi a dar-lhe qualquer sugestão...
- É curioso... qum sabe se um dia destes não te aparece de olhos azuis?
O verde dos teus olhos está na memória.
Está dentro de ti o verde dos teus olhos.
E muito mais além do que a dor da história
Floresce o verde de entre as pedras e os abrolhos.
Um beijo, Lídia.
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