Fernando António Nogueira Pessoa (Lisboa, 13 de Junho de 1888 — Lisboa, 30 de Novembro de 1935)
- "Se depois de eu morrer, quiserem escrever a minha biografia,
- Não há nada mais simples.
- Tem só duas datas - a da minha nascença e a da minha morte.
- Entre uma e outra todos os dias são meus."
Fernando Pessoa/Alberto Caeiro, Poemas Inconjuntos (1913-1915)
23 comentários:
O Poeta/ Os Poetas!
O Maior...
Abraço
Poeta de língua afiada! Aprecio muito esse modo irreverente de escrever... Mario Quintana também tinha esse jeitinho!!!
Bjs querida!!!
[... por ser tão simples, aos que se aproximam de Pessoa tudo parece tão complexo, enigmático. Tão simples...]
Um imenso abraço,
Leonardo B.
Lindas essas cartas de amor!
Obrigado pela partilha.
Bjs dos Alpes
"Tenho pensamentos que, se pudesse revelá-los e fazê-los viver, acrescentariam nova luminosidade às estrelas, nova beleza ao mundo e maior amor ao coração dos homens."
Fernando Pessoa
(que copiou esta frase que eu escrevi não me lembro onde...)
Amiga Lidia, gosto da boa poesia, mas amo, sobremaneira, tres poetas, os quais me inebriam, que são: Mario Qintana, Fernando Pessoa e Jorge Luis Borges. A poesia de Pessoa, apesar de irreverente, às vezes, ela soa tão natural quanto o ato de respirar.
Um grande abraço.
*
Amiga,
,
hoje apenas ouvi,
uma pequena noticia no Canal-2,
sobre os 75 anos da morte de Pessoa,
o que é triste !
,
conchinhas passoanas,
deixo,
,
*
Pessoa,está tudo dito.
Abraço.
Pessoa foi um sábio inesquecível... Amei teu post! Deixo carinhos a ti... Bjsss
Oi Lídia
Cartas por si só já é a melhor maneira de expressar sentimentos e muito gostoso ao abri-las
se escritas pelo poeta maior é a gloria rs
e se de amor é o arraso total rs
Amei como é moda falar por aqui.
beijinhos
O Poeta dos poetas...Nosso! Resolveu o problema da vida ser curta e o sonho demasiado grande, de um modo genial : deu-lhe várias vidas ( os seus heterónimos) e tenho a certeza que as viveu todas!!
Beijo
Graça
Olá Lidia
Venho deixar-lhe um beijinho e desejar um bom feriado
Lidia
Tenho passado por cá, só não tenho marcado a passagem. Como sempre venho aprender com a amiga (ainda que só da net) e com a poetisa.
Não são, nem pretendem ser comparados aos de Fernando Pessoa. Mas pela forma como Pessoa era no seu eu, e ele também escrevia em espanhol, deixo aqui a minha homenagem:
Cuando la muerte llegar
no quiero flores
ni blancas, ni amarillas
ni rojas,
marchitas, tristes
derramadas en mi tumba.
Ni quiero tampoco
que lloren por mí.
En este tiempo recorrido
que ahora está terminando,
cerca de mí,
solamente quiero la Luz
para alumbrar mis pasos
en la jornada que voy iniciar
Um beijo
Paz e Luz
Pessoa não imaginava, o quanto esses dias passariam a ser nossos também, na eternidade das suas palavras.
Um abraço, Lídia!
Cartas de amor são ridículas?
O Poeta dizia que sim... mas talvez não, depende...
Mais ridículo, talvez, é o que está a acontecer em memória dos 75 anos da sua morte...
Beijos, querida amiga.
Poxa, como discordo... Os dias não são da gente. Jamais se está só. Até podemos nos sentir só.
Beijo!
Pessoa...poeta ímpar.
Soberba homenagem:
Bjs.
Fernando Pessoa é sempre uma maravilha de se ler .
adorei tambem Bethânia declamando pessoa.
uma delicia essa sua postagem !
um beijo. Lidia !
Nada se pode acrescentar ao que diz Fernando Pessoa... sempre tão... pleno!
Beijinho
Cada um(a) de nos vive a vida como deseja...cada atitude...cada caminho escolhido só a nos nos diz respeito...
Beijo d'anjo
.
. sem darmos por isso, há tanto que somos ridículos .
. ossos de um tempo de agora .
.
Querida Lídia...
Se todos nos unirmos para desvendar os mistérios da alma de FP, seja o homem ou o poeta, continuaremos pobres, porque não vamos conseguir chegar nem perto
Porém ,cada vez que o(s) lemos, ficamos mais e mais ricos e encantados.
Quando se olha a data de sua morte, percebe-se mais uma vez o seu preciosos renascer.
Beijos.
Fernando Pessoa, ou pessoaS. O génio da poesia.
Beijinho*
Enviar um comentário