quinta-feira, 7 de abril de 2011

Subitamente, a palavra levantou voo por entre a ordem estática do dia e deixou um rasto de sol aceso na surpresa das mãos.

Sinto-o!

28 comentários:

Penélope disse...

Olha Lídia, qualquer palavra que digamos estragaria tal surpresa que requer silêncio e contemplação apenas.
Um grande abraço, menina!!!!

BF disse...

Muito bonitos estes raios de sol feitos palavras .

BF

Celso Mendes disse...

O espanto na luz da verdadeira poesia. Resumo meu comentário ao sentir. Silencio-me.

Belíssimo!

Beijo.

TERE disse...

Beijos...parabéns pelo texto /imagem.

lis disse...

!...rastos de sol que podem fazer brilhar ou ofuscar .
belo poema Lídia

nessa manhã o sol não brilhou aqui no Brasil e o país viu o brilho fugir dos olhos de muitas mães que perderam suas meninas num massacre sem explicação.
Há brilhos em outras esferas !

desculpe o comentário, ainda estou chocada com os últimos acontecimentos numa escola daqui do Rio.

deixo abraços

Sempre disse...

"Sinto-o!" E em silêncio aguardo... Beijinhos ;)

Rogério G.V. Pereira disse...

O pão
quando muito ausente
sempre que chega
sempre se sente

João de Sousa Teixeira disse...

As palavras, no seu ocaso, têm este dom esquivo de deixar rasto de sol. Mas têm, como o astro, a memória de todas as manhãs...

Beijinho
João

Jorge disse...

Palavras que reforçam a imagem...
J

Rosa dos Ventos disse...

E eu fiquei extasiada!

Abraço

Lídia disse...

APENAS PARA LHE DEIXAR 1 BEIJINHO
DA AMIGA LÍDIA FRADE

Flor de Jasmim disse...

Lídia Querida
Continue a senti-lo.
Beijinho

Unknown disse...

cintilante,


beijo

Unknown disse...

Por vezes,a felicidade precisa de ser interrompida, para ser sentida ...

Beijo e bom fim de semana.

Sandra Subtil disse...

E eu leio-o aqui.
Beijos

Sofá Amarelo disse...

As palavras que conseguem levantar voo são aquelas que conseguimos sentir nas nossas mãos...

Jorge Pimenta disse...

cometas em rota livre acendem inquietações e ensinam olhares. o éter é sempre mais leve do que o chumbo.
beijinho rendido à luz da tua poesia!

TITA disse...

Cheguei aqui e aqueci o coração.Sinto-me...Belíssimo e indízivel.Abraço e bom fim de semana.

. intemporal . disse...

.

.

. rente à pele que tatua a ardência da essência na veia da poesia .

. seio.costo mimético .

. simples.mente aqui .

.

. um bom fim.de.semana .

.

.

licinia quiterio disse...

Sentes porque a luz mora no teu olhar. Beijos, Lídia.

Luna disse...

quando algo floresce das nossas mãos é pura magia
bjs

Mel de Carvalho disse...

Talvez, Lídia, seja essa a missão da palavra na boca do poeta: desordenar os dias para os reordenar de novo, luminosos.

Um enorme abraço
a minha gratidão pela partilha
Mel

Rolando Palma disse...

E assim nascem as palavras, livres e soltas.
Inútil pensar que são nossas, nunca o foram.
Quando muito, fomos o tal sentir que as desejou... e nada mais.
Elas voam, simplesmente.
E procuram campos de margaridas e trevos vulgares para pousar... e ser lidas.

Um óptimo fim de semana para si,

Justine disse...

Só os poetas conseguem isso com as palavras:)))

Graça Pereira disse...

A palavra...surpreende-nos sempre!
Muito belo!
beijo
Graça

Mª João C.Martins disse...

É sempre surpresa e espanto, o que a palavra semeia em nós quando voa. É sempre brilho o que deixa para nos guiar até um novo encontro.

Um beijinho, Lídia

AC disse...

Uma sensação única, deduzo!
Belo!

Beijo

Graça Sampaio disse...

Lindo! Este poema sente-se...