Aos poucos estamos a fazer isso, pois os clássicos portugueses vão sendo afastados das escolas pouco a pouco. Triste país que tem como presidente um homem que nunca leu os Lusíadas e provavelmente nem Ferreira, nem Vieira ou Eça!. Beijinho
Sua citação é, tragicamente, actual. Vou tentar perceber onde a escola erra, seguindo a pista do Mar Arável. Da parte das famílias, sei um pouco como incentivo não se faz... Se ninguém lê em casa, porque raio é que o miúdo há-de ler, tendo a televisão para ver e a consola para mexer?
Grande pensamento Lídia. Realmente há muitas formas de queimar livros.
Os livreiros do Porto, na zona tradicional de maior concentração de Livrarias, uniram-se numa iniciativa que há muito esperava ser realizada, mas demorou por falta de apoio do poder local e acabou por se inaugurar dois fins de semana atràs com outros apoios e algumas dificuldades. Chama-se "O Bairro dos Livros" e acontecerá no segundo Sábado de cada mês, pretende trazer os livros à rua através da conjugação com outras artes, como música, poesia, actividades dedicadas aos mais pequenos e exibição de filmes, em parceria com o Cineclube do Porto. Nesses Sábados as livrarias aderentes estarão abertas até às 20h e com promoções especiais. Este mês o "Bairro dos Livros" foi dedicada aos chamados "livros perigosos" em homenagem ao 25 de Abril e aos livros proibidos antes de 1974.
Espero que sobreviva, até que o actual poder caia, porque nunca o Porto teve tanta falta de apoio na cultura.
11 comentários:
Os poderes centrais
são vulgares e normalmente incultos
Aos poucos estamos a fazer isso, pois os clássicos portugueses vão sendo afastados das escolas pouco a pouco. Triste país que tem como presidente um homem que nunca leu os Lusíadas e provavelmente nem Ferreira, nem Vieira ou Eça!.
Beijinho
É mesmo verdade com todas as letras. Quem o escreveu sabia o que dizia. Valha-nos a teimosia e desobediência das pessoas. Beijos com carinho
Gosto desta frase:
Os livros são abelhas que levam o pólen de uma inteligência a outra.
(James Lowell)
Sua citação é, tragicamente, actual. Vou tentar perceber onde a escola erra, seguindo a pista do Mar Arável. Da parte das famílias, sei um pouco como incentivo não se faz... Se ninguém lê em casa, porque raio é que o miúdo há-de ler, tendo a televisão para ver e a consola para mexer?
Já nao vejo perigo aí, mas nos ipad's, ipod's, e-books e afins a que nunca me converterei...
Vivam as feiras dos livros :)
"E seja feita a televisão"
Bjos
Grande pensamento Lídia. Realmente há muitas formas de queimar livros.
Os livreiros do Porto, na zona tradicional de maior concentração de Livrarias, uniram-se numa iniciativa que há muito esperava ser realizada, mas demorou por falta de apoio do poder local e acabou por se inaugurar dois fins de semana atràs com outros apoios e algumas dificuldades. Chama-se "O Bairro dos Livros" e acontecerá no segundo Sábado de cada mês, pretende trazer os livros à rua através da conjugação com outras artes, como música, poesia, actividades dedicadas aos mais pequenos e exibição de filmes, em parceria com o Cineclube do Porto. Nesses Sábados as livrarias aderentes estarão abertas até às 20h e com promoções especiais. Este mês o "Bairro dos Livros" foi dedicada aos chamados "livros perigosos" em homenagem ao 25 de Abril e aos livros proibidos antes de 1974.
Espero que sobreviva, até que o actual poder caia, porque nunca o Porto teve tanta falta de apoio na cultura.
Beijinhos
Branca
sábias palavras,
beijo
Hoje morreu o Miguel
meu amigo e ex-camarada
Fica o meu beijo fraterno
há mil e uma formas de viver, de amar... e de morrer.
lúcido e verdadeiro.
beijo, lídia!
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