duy huynh
Os homens carregam nos ombros os despojos de uma inocência em simulacro. Falta-lhes a grandeza da denúncia, a dignidade da verdade e da justiça.
O poema nasceu assim da asfixia do espelho, do reflexo das faces brancas e das faces negras do desnorteamento.
Poupem-no a censuras!

20 comentários:
Poetisa Lidia,
Eu acredito que todas almas convergirão à evolução.Umas a passos largos, outras engantinhando.
Nossa espécie só fara sentido se assim for.Aos mais elevados cabem exemplarmente conduzir os outros.O amor é o porto, a censura a tempestade.Desculpa se alonguei demais,beijos no coração!
A poesia por vezes faz milagres
como se existissem milagres
e existem
quando a poesia quer
Bjs tantos
Não se culpe o poema por ser
parido
em mundo tão cru e desavindo
Segue em frente, poeta
e faz-me a história destes dias
O Poema tem de nascer livre! Sempre!
Beijo.
Mais um bom momento em que me sinto em casa.
A sua mensagem é transparente e vertical.
todo o poema que não grite, que não denuncie, que não chore com o choro dos outros: fora!
já assim dizia josé gomes ferreira:
"Vai-te, Poesia!
Deixa-me ver a vida
exacta e intolerável
neste planeta feito de carne humana a chorar
onde um anjo me arrasta todas as noites para casa pelos cabelos
com bandeiras de lume nos olhos,
para fabricar sonhos
carregados de dinamite de lágrimas.
Vai-te, Poesia!
Não quero cantar.
Quero gritar!"
beijinho, lídia!
e quando o poema nasce, já é avalanche
beijo
Sim poupem-nos, deixem-nos voar, deixem-nos em paz a ele e a nós que dele somos a ponta e o iceberg....
o poema para ser poema tem de ser livre, e sem amarras...
um beij
Um poema tem que ser como um relâmpago. Iluminar!
Beijos.
O poema tem infinitas vidas de espera para nascer e se renovar, já basta todo o seu parto e sua ressurreição, não precisa mesmo que o barrem.
Beijo.
Saudades amiga
deixo um beijinho e convido.te para visitar o meu blogue novo Dedais da Lili.
Consenso é palavra bonita
Que muita gente pergunta
O que dizer?
Pois consenso é muitas vezes
Apenas uma palavra de dicionário
Consenso - certeza
Consenso - equilíbrio
Consenso - anuência
Consenso - Tanta coisa...
Mas no dia a dia
Não sinto nenhum consenso,
ao nosso redor...
E é pena...
Pois consenso...
É apenas o pouco ou nada.
Ter ideias e partilhá-las
E respeitar as do outro lado
E nas duas partes
Surge o consenso!
Que afinal...
É tão fácil de conseguir!...
É só preciso... querer!...
LILI LARANJO
Belo, brilhante e profundo.
Abraço-a!
Lídia, venha comemorar mais 1 ano de blog comigo. Pegue seu pedaço de bolo. Bjs
Oi Lídia
O poema busca encontrar a palavra essencial , a que faz nascer o universo.
Já dizia a poeta:"Ó subalimentados do sonho, a poesia é pra comer"...
tem que vir assim, sem censura, pra alimentar!
como sempre volto com a alma leve e vontade ler muito mais de voce Lídia.
deixo abraços
Magnífico! =)
bjos
Independentemente de onde nascem, os poemas tem asas e cantam.
Às vezes os pássaros também choram; de revolta, de tristeza e da sombra fria. Fazem-no a cantar.
Pensará alguém censurar o canto de uma ave?
Um beijinho
Que belo momento Lídia!
Uma singular e genial poesia...prova de que a mensagem poética é em ti um dom de várias formas, não só na rima, no verso branco, mas também numa forma mais livre que não lhe chamaria prosa poética, porque é mesmo e profundamente um belo poema, que me fez lembrar Daniel Filipe em "A Invenção do Amor".
Bravo, com muitos aplausos.
Beijinhos
Branca
Poema ele próprio grito, poema que já é denúncia...
Beijo :)
Belo poema em defesa do poema!
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