Lídia, querida! Por vezes, temos que nos fazer aves, mas aves num voo coletivo a procurar destinos e trilhas invisíveis, a partir para os sonhos, as conquistas e tornar tudo possível, assim mesmo, como aves...
Beijos!
Lídia? 'No último texto aqui publicado?' É isso mesmo? Tomara eu tenha entendido errado...
E como esse verbo "partir" nos traz intensas recordações e nos faz reviver tantas emoções!
Luta intensa, tensa, dramática também. Datas que me ocorrem: Outubro de 1966, partir para uma aventura adamastórica, jovem à espera de ir para a tropa, exercer a função de professor do Ensino Secundário, 11 disciplinas diferentes, experiência zero... 13 de Junho de 1969, partir rumo a Moçambique, em luta comigo, pela família, pela minha filha a caminho; 25 de Abril de 1974, partida para uma luta que continua; 15 de Junho de 2012, ponto de partida para uma batalha sem quartel contra a demagogia e a prepotência.
Que nunca por medo ou outra angústia maior, se fechem as asas. O mundo é bem melhor quando céu e terra se rasgam de voos e viagens e nos sentimos, pássaros de um bando que não desiste de ver horizontes.
Não era fácil dar ao verbo "partir" o signo de "ir à luta"... Sinceramente, interpretei-o como "emigrar"... Mas o povo foi à luta e nada será como dantes (espero eu e muitos que lá estiveram...). Lídia, querida amiga, um beijo meu.
15 comentários:
Ir à luta sempre assim - com determinação e cheia de sentimentos. Muito belo!
Um grande abraço e emu carinho, sempre, Lídia!!!!
Entendi e gostei,Lidia!! beijos,chica e ótima semana!
A luta terá que continuar...
Beijos.
Partimos para a luta! E há que continuar, sem olharmos para trás!
Beijo.
Amiga Lídia:
Temos todos que conjugar o verbo LUTAR!
Beijinhos
Um poeta com asa?
A partir?
Agora nem se espere pausa
(Se é que antes havia...)
eu comungo, conjugo e vicejo
beijo
Lídia, querida!
Por vezes, temos que nos fazer aves, mas aves num voo coletivo a procurar destinos e trilhas invisíveis, a partir para os sonhos, as conquistas e tornar tudo possível, assim mesmo, como aves...
Beijos!
Lídia? 'No último texto aqui publicado?' É isso mesmo?
Tomara eu tenha entendido errado...
E como esse verbo "partir" nos traz intensas recordações e nos faz reviver tantas emoções!
Luta intensa, tensa, dramática também.
Datas que me ocorrem:
Outubro de 1966, partir para uma aventura adamastórica, jovem à espera de ir para a tropa, exercer a função de professor do Ensino Secundário, 11 disciplinas diferentes, experiência zero...
13 de Junho de 1969, partir rumo a Moçambique, em luta comigo, pela família, pela minha filha a caminho;
25 de Abril de 1974, partida para uma luta que continua;
15 de Junho de 2012, ponto de partida para uma batalha sem quartel contra a demagogia e a prepotência.
Bj
E esperamos todos que seja apenas o primeiro capítulo dessa luta tão necessária...
bjos
Que nunca por medo ou outra angústia maior, se fechem as asas.
O mundo é bem melhor quando céu e terra se rasgam de voos e viagens e nos sentimos, pássaros de um bando que não desiste de ver horizontes.
Um beijinho
Não era fácil dar ao verbo "partir" o signo de "ir à luta"...
Sinceramente, interpretei-o como "emigrar"...
Mas o povo foi à luta e nada será como dantes (espero eu e muitos que lá estiveram...).
Lídia, querida amiga, um beijo meu.
Claro que entendemos!!! :)
A voz que anoitece a garganta deve acordar o que há dentro...
e partir.
[eu vou partir também, se a definição do verbo for a sua.]
=]
Lindo!
E vamos continuar a rasgar desertos nesta aridez que nos queima.
Um beijo.
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