«…Estou sentado nos
degraus
Como alguém que parou de subir.»
Como alguém que parou de subir.»
Daniel Faria
em
busca de um fio,
um
sentido que religue tudo. jardins e sarças.
quem
abastece as mãos de alocuções tão frias
por
onde o alfabeto nunca antes fez caminho?
de
onde vem o som cavo destas vozes sem rosto?
que
vento tornará atuante o pensamento? por que se demora tanto?
quem
me explica, hoje, a árvore, a água, o fogo?
esta
vivência íntima
que
paulatinamente se faz rebelião.
.

1 comentário:
De uma atualidade contundente... Muito bom!
Enviar um comentário