Coordenadores: João Carlos Esteves e José Luís Outono
Com pinturas de Luís Liberato e fotografias de Soledade Centeno
Prefácio: Gisela Gracias Ramos Rosa
Posfácio: José Gabriel Duarte
Uma poética do devir,
ou “um vínculo contínuo entre silêncios”
Por Gisela Gracias Ramos Rosa
“(...) quem me explica hoje a árvore, a água, o
fogo,
esta
vivência íntima
que
paulatinamente se faz rebelião?
Lídia Borges,
em dos tempos
somos
tão só
mensageiros
do devir
Gabriela Rocha-Martins, em Desconstrução
[…]
A Antologia Continuum contraria
a tendência segregadora e individualista dos nossos dias. “Dêem-me um ponto de
apoio e moverei a terra” diz-nos Arquimedes. Assim pensam os criadores, os poetas,
que se deslocam entre a vontade de revelar e de mudar o mundo continuamente.
Esta obra é isso que pretende, mudar e desafiar a regra estabelecida no meio
literário, promotor da “excelência” pela “excelência” e da “influência” pela
“influência”, sem a abertura de portas ao novo, ao autêntico. Aqui encontramos
espaço para a experiência poética, para o modo como as palavras encontram o
imaginário e, para como os poetas se encontram, lado-a-lado, página a página.
Tanto os autores como a editora traçam nesta obra um encontro feliz e estão de
parabéns por este caminho de continuidade que têm dado aos seus projectos.
Gisela Gracias Ramos Rosa, (excerto
do prefácio)

2 comentários:
Parabéns! E muito êxito, sempre!!
Beijinho.
Pronto! Pode ser!
Farei por estar!
Tal quer dizer...
...que não irei faltar
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