
Há uns dias que ando a recolher umas pontinhas de sol, uns sopros mínimos de maresia, raminhos de alecrim, sementes de rosmaninho e hortelã e outras coisas desta natureza (como o amor) que em si contêm o sentido mais pleno da palavra casa. Guardo tudo com cuidado numa malinha térmica.
Vencida a distância entre o país da neve e o país do sol, em breve, o meu primeiro neto poderá começar a aprender a que cheira, a que sabe a terra-mãe. E um colo de avó.
Quanto à bandeirinha já tratei de adquirir a das quinas que levarei para juntar à que lhe foi oferecida no dia do nascimento, ainda que a terra-mãe se mostre, (quantas vezes?) uma terra-ingrata para os seus filhos.

2 comentários:
No outro espaço, coloquei "adoro"
Neste teve ser um "gosto"
Leva ao teu neto uma mão cheia de terra
talvez ele, mesmo longe, trate bem dela
(a Teresa disse-me à pouquinho, é tão bom ser avó!)
Parabéns Lídia, e muitas felicidades para o bebé.
(^^)
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