
Depois… fica a vida.
Pálida e grave,
bago que é em
mim e não é eu.
A vida, aluvião
e represa,
cascata das
horas eternas do mero estar.
Fica a vida… depois.
A Poesia,
harpa deitada
no silêncio
lento de mil visões
de costas para este regato magro
que me bebe.
que me bebe.
Só a mim oiço!