domingo, 1 de junho de 2025

NÃO


 1 DE JUNHO, DIA DA CRIANÇA. 133 ESCRITORES, ILUSTRADORES, EDITORES... DE LIT. INF. CONTRA O GENOCÍDIO E CONTRA O SILÊNCIO

São escritores que criam (também ou sobretudo) para a infância e a juventude, como Alice Vieira, Álvaro Magalhães, Ana Filomena Amaral, António Mota, Augusto Baptista, Clovis Levi, Eugénia Soares Lopes, Eugénio Roda, Francisco Duarte Mangas, Inês Fonseca Santos, Inês Pupo, Isabel Minhós Martins, João Pedro Mésseder, José António Franco, José Fanha, José Vaz, José Viale Moutinho, Lídia Borges, Luísa Ducla Soares, Manuela Castro Neves, Manuela Espírito Santo, Mariana Jones, Nuno Higino, Rita Taborda Duarte, Sofia Vilarigues, Valter Hugo Mãe ou Violeta Figueiredo. São escritoras e tradutoras como Carla Maia de Almeida e Margarida Gil Moreira.
São ilustradores como Abigail Ascenso, Alain Corbel, Anabela Dias, Ana Biscaia (autora do desenho), André Carrilho, André da Loba, André Letria, André Ruivo, António Jorge Gonçalves, Bárbara R., Bernardo Carvalho, Carolina Celas, Catarina Gomes, Catarina Sobral, Cátia Vidinhas, Carla Nazareth, Cristina Sampaio, Danuta Wojciechowska, David Penela, Emerenciano, Fedra Santos, Gémeo Luís, Helena Zália, Inês Oliveira, Inês Viegas de Oliveira, João Fazenda, João Vaz de Carvalho, José Manuel Saraiva, Maria Remédio, Madalena Matoso, Maria João Worm, Mariana Rio, Marta Nunes, Paula Delecave, Rachel Caiano, Ricardo Abreu, Ricardo Jorge, Ricardo Ladeira, Rui Vitorino Santos (também professor e investigador), Sebastião Peixoto, Sílvia Mota Lopes (também escritora), Susa Monteiro, Susana Matos, Tiago Guerreiro, Yara Kono e vários outros.
São músicos como Catarina Moura, Gonçalo Pratas, Luís Pedro Madeira e Suzana Ralha ou actores, como Cristina Paiva, Helena Faria e José Geraldo, arte-educadores como Margarida Botelho (também escritora e ilustradora) e sonoplastas como Fernando Ladeira. Ou ainda contadores de histórias, como Cristina Taquelim (também escritora), mediadores de leitura como Benita Prieto, Maria José Vitorino, Paula Cusati, António Pereira (também professor) ou biblioterapeutas como Sandra Barão Nobre.
São professores bibliotecários como Ana Paula Oliveira (também escritora), Luís Ângelo Fernandes (também programador cultural), Paulo Bento e outros.
São editores e livreiros como Ana Paula Faria, Ana Rita Fernandes, Arnaldo Vila Pouca, Carla Oliveira, Carla Teixeira Pinheiro, Cátia Monteiro, Francisco Vaz da Silva, Joana T. Oliveira, José Oliveira, José Sousa Ribeiro, Manuel Meira, Margarida Pinto, Nazaré de Sousa (também programadora e autora), Teresa Cunha e vários outros.
São bibliotecários como Isabel D. P. Costa, Isabel Pereira, Manuela Barreto Nunes, Maria Helena Cruz, Maria João Sampaio, Suzana Faro, Nuno Miguel Bentes e outros. E arquitectos de bibliotecas públicas, como J. J. Silva Garcia.
São ainda investigadoras, professoras do ensino superior e críticas como Ana Cristina Macedo, Ana Margarida Ramos, Sara Reis da Silva. Curadores como Eduardo Filipe (também prof. universitário) e Ju Godinho. Professoras como Estela Rodrigues (também autora) e programadoras culturais como Filipa Alves e Sandra Jorge.
Todos trabalham ou criam para a infância e a juventude. E todos, ante o massacre de 17.492 crianças em Gaza, com mais de 20.000 desaparecidas, dizem NÃO! E reafirmam que não serão cúmplices pelo silêncio, denunciando e repudiando o genocídio de Palestinos em curso.


(Publicação trazida, por empréstimo, da página de João Pedro Mésseder, no Facebook) https://www.facebook.com/joaopedro.messeder.1