domingo, 2 de maio de 2010




Hoje que a memória me dói
Deixa-me recostar no teu colo
E ser eu a filha, outra vez…

19 comentários:

Unknown disse...

As memórias que nos doem como feridas que se abrem num sentimento que nos faz amar perdidamente.
Como seria reconfortante poder voltar a sentir as tuas mãos de amor que nos deixava tão felizes.

Anónimo disse...

Que sensível, Lídia. Identifico-me muito com o que escreves, poetisa.

Beijo.

Sueli Maia (Mai) disse...

Este é um desejo recorrente, Lídia.

abraços e boa semana!

Anónimo disse...

A memória dói, mas o abraço envolto em ternura desfaz a dor e deixa no ar o perfume do amor para sempre!

Um beijo

José Carlos Brandão disse...

Lídia, um poema sensível. A filha acnchegando-se no colo da mãe. Não só quando a memória dói - ou porque a memória dói sempre.
Um beijo.

JOSÉ RIBEIRO MARTO disse...

... fiquei sobressaltado : tão belo, tão belo!
o meu abraço , Lídia

__________ JRmarto

José Doutel Coroado disse...

Cara Lídia,
muito bom, bem sentido, forte, sensível.
obrigado pela possibilidade de me rever nele.
abs

Mª João C.Martins disse...

Lídia

Como tão poucas palavras, podem dizer tanto e de forma tão bela....

Um beijinho

Sonhadora (Rosa Maria) disse...

Minha querida Lidia
Que ternura e sensibilidade...muito belo.

Beijinhos
Sonhadora

Cristina Fernandes disse...

Há feridas que nunca saram... como entendo as tuas palavras...
Um beijo
Chris

Anónimo disse...

Que falta faz um colo.
Parabéns pela postagem,curtinha mas de uma realidade gigantesca.
Beijokas.

Akhen disse...

Lidia

Já há uns tempos que não andava por cá.
Lidia, dizendo tanto em tão poucas palavras. É uma dor, doendo, magoando, que não se desvanece. Apenas, por vezes, abranda.

Paz e Luz no teu caminho

Carlos Gonçalves disse...

Lídia, por vezes, as palavras mais simples são as que tocam de forma mais profunda no nosso coração. Amei.
Um beijo de muito carinho, querida.
Carlos

Rosa dos Ventos disse...

Este ano não ganhei coragem para recordar no blogue a minha mãe...
Ando cansada de tanta saudade...

Abraço

Anónimo disse...

Lidia,ternura e beleza nos teus versos!Adorei!Bjs e boa semana!

Anónimo disse...

Mãe nunca morre!

Joaquim do Carmo disse...

É um bem incomensurável, esse, de ter mãe: para ela, nós somos sempre pequeninos, a ela sempre podemos pedir colo - mesmo quando dela já "só" temos a memória, essa, sem dúvida, eterna!
Beijo

M(im) disse...

Se aomenos isso fosse possível (para mi também) para além da saudade....
Beijinho

Vanessa Souza disse...

Saudade é ser, depois de ter.