As memórias que nos doem como feridas que se abrem num sentimento que nos faz amar perdidamente. Como seria reconfortante poder voltar a sentir as tuas mãos de amor que nos deixava tão felizes.
Já há uns tempos que não andava por cá. Lidia, dizendo tanto em tão poucas palavras. É uma dor, doendo, magoando, que não se desvanece. Apenas, por vezes, abranda.
É um bem incomensurável, esse, de ter mãe: para ela, nós somos sempre pequeninos, a ela sempre podemos pedir colo - mesmo quando dela já "só" temos a memória, essa, sem dúvida, eterna! Beijo
19 comentários:
As memórias que nos doem como feridas que se abrem num sentimento que nos faz amar perdidamente.
Como seria reconfortante poder voltar a sentir as tuas mãos de amor que nos deixava tão felizes.
Que sensível, Lídia. Identifico-me muito com o que escreves, poetisa.
Beijo.
Este é um desejo recorrente, Lídia.
abraços e boa semana!
A memória dói, mas o abraço envolto em ternura desfaz a dor e deixa no ar o perfume do amor para sempre!
Um beijo
Lídia, um poema sensível. A filha acnchegando-se no colo da mãe. Não só quando a memória dói - ou porque a memória dói sempre.
Um beijo.
... fiquei sobressaltado : tão belo, tão belo!
o meu abraço , Lídia
__________ JRmarto
Cara Lídia,
muito bom, bem sentido, forte, sensível.
obrigado pela possibilidade de me rever nele.
abs
Lídia
Como tão poucas palavras, podem dizer tanto e de forma tão bela....
Um beijinho
Minha querida Lidia
Que ternura e sensibilidade...muito belo.
Beijinhos
Sonhadora
Há feridas que nunca saram... como entendo as tuas palavras...
Um beijo
Chris
Que falta faz um colo.
Parabéns pela postagem,curtinha mas de uma realidade gigantesca.
Beijokas.
Lidia
Já há uns tempos que não andava por cá.
Lidia, dizendo tanto em tão poucas palavras. É uma dor, doendo, magoando, que não se desvanece. Apenas, por vezes, abranda.
Paz e Luz no teu caminho
Lídia, por vezes, as palavras mais simples são as que tocam de forma mais profunda no nosso coração. Amei.
Um beijo de muito carinho, querida.
Carlos
Este ano não ganhei coragem para recordar no blogue a minha mãe...
Ando cansada de tanta saudade...
Abraço
Lidia,ternura e beleza nos teus versos!Adorei!Bjs e boa semana!
Mãe nunca morre!
É um bem incomensurável, esse, de ter mãe: para ela, nós somos sempre pequeninos, a ela sempre podemos pedir colo - mesmo quando dela já "só" temos a memória, essa, sem dúvida, eterna!
Beijo
Se aomenos isso fosse possível (para mi também) para além da saudade....
Beijinho
Saudade é ser, depois de ter.
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